{"id":3691,"date":"2020-02-27T09:47:00","date_gmt":"2020-02-27T07:47:00","guid":{"rendered":"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/noticias\/tecnologia-y-redes-avances-y-resistencias-para-la-igualdad-de-genero\/"},"modified":"2023-11-07T16:48:13","modified_gmt":"2023-11-07T14:48:13","slug":"tecnologia-e-redes-avancos-e-resistencias-a-igualdade-de-genero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/genero-pt-br\/tecnologia-e-redes-avancos-e-resistencias-a-igualdade-de-genero\/","title":{"rendered":"Tecnologia e redes. Avan\u00e7os e resist\u00eancias \u00e0 igualdade de g\u00eanero"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"3691\" class=\"elementor elementor-3691 elementor-1305\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2ad7bdd4 elementor-section-full_width elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2ad7bdd4\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-8de6b29\" data-id=\"8de6b29\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0ddcea1 elementor-widget elementor-widget-bloque-cita\" data-id=\"0ddcea1\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-cita.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Cita   -->\n<section class=\"bloque bloque-quotes \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-1\">\n                <figure data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <blockquote class=\"blockquote \">\n                                                <q class=\"titulos\">O patriarcado \u00e9 um juiz, que nos julga por nascer, e o nosso castigo \u00e9 a viol\u00eancia que n\u00e3o v\u00eas.<\/q>\n                    <\/blockquote>\n                                        <figcaption class=\"blockquote-footer \" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\">\n                        Coletivo Las Tesis, Um estuprador no seu caminho.\n                    <\/figcaption>\n                                    <\/figure>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-52badeeb elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"52badeeb\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                            <div class=\"subtitulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\"><p>Hoje, podemos dizer que, tanto na Europa quanto na Am\u00e9rica Latina (em sua grande parte), vivemos em sociedades formalmente igualit\u00e1rias, onde as institui\u00e7\u00f5es contam com ferramentas e instrumentos para garantir que, legalmente, nenhuma mulher possa ser discriminada pelo fato de ser mulher. Essa ideia ou premissa de \u201cobjetivo cumprido\u201d pode nos induzir a n\u00e3o levar em conta aqueles espa\u00e7os que atuam como fronteiras para o alcance da igualdade de g\u00eanero. Uma dessas fronteiras, talvez a mais onipresente para as pessoas jovens, \u00e9 a esfera digital.<\/p><\/div>\n                                        <p>Embora os aspectos positivos e negativos do mundo digital sejam bem conhecidos, ainda n\u00e3o temos uma ideia clara do que realmente significa ser uma mulher navegando no ciberespa\u00e7o e quais problemas espec\u00edficos essa viagem pode causar. Por um lado, assistimos ao que muitos te\u00f3ricos j\u00e1 chamam de quarta onda do feminismo,<a href=\"#nota1\"><sup><strong>[1]<\/strong><\/sup><\/a> uma onda definida especialmente pela tecnologia. A Internet est\u00e1 permitindo construir um movimento online forte e global. Como comenta a fil\u00f3sofa <a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/world\/2013\/dec\/10\/fourth-wave-feminism-rebel-women\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nina Power<\/a>, hoje existem adolescentes crescendo com o Twitter e o Tumblr, que entendem perfeitamente a linguagem e os conceitos feministas, ativos em uma enorme variedade de assuntos. Mas, por outro lado, estamos testemunhando uma prolifera\u00e7\u00e3o do discurso sexista, em termos de discurso de \u00f3dio, o que j\u00e1 mereceu uma resolu\u00e7\u00e3o em julho de 2018, criada pelo Conselho de Direitos Humanos das Na\u00e7\u00f5es Unidas, bem como a persist\u00eancia de uma forte divis\u00e3o de g\u00eanero em rela\u00e7\u00e3o aos usos da tecnologia e dos espa\u00e7os digitais, como o YouTube e os videogames.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f3babe9 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"f3babe9\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-5 offset-lg-1\">\n                <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">A nova onda de igualdade e diversidade.  O que vemos (ou queremos ver)<\/h2>            <\/div>\n        <\/div>\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>O feminismo, atualmente e pela terceira vez em sua hist\u00f3ria, ressalta <a href=\"https:\/\/blogs.publico.es\/dominiopublico\/25352\/cuarta-ola-feminista\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rosa Cobo<\/a>, tornou-se um movimento das massas, mas essa quarta onda apresenta uma novidade: o feminismo finalmente se tornou global. Essa circunst\u00e2ncia \u00e9 explicada pelo fato de o feminismo ter tido a capacidade de expandir-se para dentro \u2014reconhecendo as diversas maneiras de pensar mulher, homem e at\u00e9 mesmo nenhum dos dois\u2014 e para fora, agindo como um guarda-chuva para denunciar outras situa\u00e7\u00f5es de exclus\u00e3o ligadas ao g\u00eanero, como ra\u00e7a, classe social e condi\u00e7\u00e3o migrat\u00f3ria. Mas sua condi\u00e7\u00e3o de globalidade n\u00e3o poderia ser explicada sem a expans\u00e3o do uso de tecnologias; somente assim as grandes mobiliza\u00e7\u00f5es podem ser entendidas, como os movimentos #Metoo, nos EUA; #NiUnaMenos, na Argentina; #EleN\u00e3o, no Brasil; e #YoSiTeCreo, na Espanha. Globalidade, diversidade e tecnologia seriam, portanto, as tr\u00eas principais caracter\u00edsticas dessa nova onda.<\/p>\n<p>O interessante \u00e9 que <strong>muitos dos tra\u00e7os que caracterizam essa nova onda est\u00e3o relacionados \u00e0 pr\u00f3pria juventude <\/strong>ou, em outras palavras, s\u00e3o caracter\u00edsticas atribu\u00edveis \u00e0 participa\u00e7\u00e3o das pessoas jovens na mobiliza\u00e7\u00e3o global pela igualdade de g\u00eanero. Para entender isso, \u00e9 preciso seguir a trilha deixada pelas grandes mobiliza\u00e7\u00f5es juvenis que t\u00eam ocorrido na Ibero-Am\u00e9rica desde 2006: o surgimento do movimento estudantil no Chile, seguido pelos estudantes colombianos da MANE, os protestos em massa no Brasil, como \u201cAcampa Sampa\u201d, o #YoSoy132 no M\u00e9xico e o movimento 15M na Espanha. Todos eles introduziram uma s\u00e9rie de novas coordenadas no que se refere ao conte\u00fado e \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o do protesto social: o uso da tecnologia para conectar n\u00e3o apenas o que ocorria nas ruas ao ativismo virtual (e vice-versa), mas tamb\u00e9m o protesto nos n\u00edveis local e global, <strong>permitindo que uns aprendam com os outros e construindo, assim, uma intelig\u00eancia coletiva nova e muito poderosa<\/strong> (Gald\u00f3n, 2018); a presen\u00e7a de identidades diversas nas mobiliza\u00e7\u00f5es, que suscitaram uma unidade de a\u00e7\u00e3o a partir da diversidade e da inclus\u00e3o (interseccionalidade); l\u00f3gicas de lideran\u00e7a horizontal e de organiza\u00e7\u00e3o em rede; e novas formas de intervir no espa\u00e7o p\u00fablico, como as apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas e os <em>flash mobs<\/em>. Por exemplo, o caso da apresenta\u00e7\u00e3o do coletivo Las Tesis <a href=\"https:\/\/www.eldiario.es\/internacional\/muestra-pacto-global-violador-camino_0_975702683.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u201cUm estuprador no seu caminho\u201d<\/a>, fen\u00f4meno viral que foi reproduzido virtual e fisicamente nos cinco continentes.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-30f7e1f elementor-widget elementor-widget-bloque-video\" data-id=\"30f7e1f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-video.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\n<!-- Bloque video -->\n<section class=\"bloque bloque-video  \" data-aos=\"fade-right\" data-aos-duration=\"700\">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                                <div class=\"ratio ratio-16x9\">\n                                                <lite-youtube videoid=\"aB7r6hdo3W4\" playlabel=\"Ver video\"><\/lite-youtube>\n                                        <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a0b932f elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"a0b932f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>Como apontam Marina Larrondo e Camila Ponce, as demandas de g\u00eanero (o rep\u00fadio \u00e0 viol\u00eancia, o direito \u00e0 liberdade sexual, o questionamento dos modelos de beleza etc.) come\u00e7aram a cruzar numerosos coletivos juvenis, enquanto outros coletivos as usavam como n\u00facleo e, a partir da\u00ed, retomavam outras reivindica\u00e7\u00f5es (Larrondo e Ponce, 2019).<\/p>\n<p>Dessa forma, os movimentos feministas formados por militantes de gera\u00e7\u00f5es anteriores entraram em contato com as ferramentas e as linguagens das e dos ativistas mais jovens. Esse di\u00e1logo intergeracional permitiu que o discurso da igualdade irrompesse n\u00e3o apenas nas ruas, nas institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, nos espa\u00e7os digitais e na nossa vida cotidiana, mas tamb\u00e9m nas identidades juvenis, atravessando e transformando tudo. O trabalho da pesquisadora argentina\u00a0<a href=\"http:\/\/revistaanfibia.com\/ensayo\/guerreras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Elena Faour<\/a> sobre as formas de ativismo observadas nos centros de ensino m\u00e9dio respalda essa ideia. Vemos como as estudantes argentinas n\u00e3o apenas est\u00e3o denunciando situa\u00e7\u00f5es de discrimina\u00e7\u00e3o e machismo que afetam a organiza\u00e7\u00e3o escolar, mas tamb\u00e9m a pr\u00f3pria forma como os jovens pensam sobre si mesmos em suas a\u00e7\u00f5es cotidianas, produzindo, inclusive, fortes crises nos adolescentes e jovens. Esse \u00faltimo ponto se torna uma das dimens\u00f5es principais para explicar a rea\u00e7\u00e3o discutida a seguir.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e750c16 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"e750c16\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-5 offset-lg-1\">\n                <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Ciberviol\u00eancia e espa\u00e7os fechados. O que n\u00e3o vemos (ou n\u00e3o queremos ver)<\/h2>            <\/div>\n        <\/div>\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>\u201cA toda a\u00e7\u00e3o h\u00e1 sempre uma rea\u00e7\u00e3o oposta e de igual intensidade\u201d. Se essa nova onda feminista est\u00e1 usando o digital para globalizar o discurso e a luta pela igualdade de g\u00eanero, a rea\u00e7\u00e3o a esse discurso tamb\u00e9m est\u00e1 sendo amplamente articulada nos espa\u00e7os digitais.<\/p>\n<p>H\u00e1 alguns anos, foi cunhado o termo <em>manosphere,<\/em> ou \u201cmanosfera\u201d, em sua tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas, para fazer refer\u00eancia a um conjunto indefinido de blogs, f\u00f3runs, p\u00e1ginas da web, contas do Twitter, do YouTube e do Facebook, al\u00e9m de outras publica\u00e7\u00f5es na m\u00eddia, cuja caracter\u00edstica comum \u00e9 o \u00f3dio e o ressentimento contra as mulheres em geral, e particularmente contra as feministas (Hanash Mart\u00ednez, 2018). O conceito nos apresenta a ideia de que as agress\u00f5es online n\u00e3o devem ser entendidas como uma concatena\u00e7\u00e3o de eventos isolados, mas como um fen\u00f4meno de viol\u00eancia sistem\u00e1tica contra as mulheres, pelo simples fato de s\u00ea-lo, e contra aquelas pessoas que transgridem as normas sociais de g\u00eanero e sexualidade (gays, trans etc.).<\/p>\n<p>Como adverte o <a href=\"https:\/\/digitallibrary.un.org\/record\/1641160\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">relatorio<\/a> elaborado pela relatora da ONU, a Internet se tornou um local em que s\u00e3o exercidas v\u00e1rias formas de viol\u00eancia contra as mulheres e as meninas, como express\u00f5es discriminat\u00f3rias, ass\u00e9dio, amea\u00e7as, dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es pessoais e extors\u00e3o. \u00c9 um fen\u00f4meno que, apesar de novo, n\u00e3o deve ser entendido separadamente dos sistemas de discrimina\u00e7\u00e3o que estruturam o \u201cmundo real\u201d (Bartlett et al., 2014).<\/p>\n<p>De acordo com a Networked Intelligence for Development (2015), as mulheres t\u00eam 27 vezes mais chances de serem v\u00edtimas de abuso online do que os homens (<a href=\"https:\/\/www.broadbandcommission.org\/Documents\/reports\/bb-wg-gender-discussionpaper2015-executive-summary.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">citado nas Na\u00e7\u00f5es Unidas, 2015<\/a>). De acordo com outro estudo preparado pela <a href=\"https:\/\/fra.europa.eu\/sites\/default\/files\/fra-2014-vaw-survey-at-a-glance_es_0.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agencia de los Derechos Fundamentales de la Uni\u00f3n Europea (FRA)<\/a>, em 2014, o cyberbullying afeta particularmente as mulheres jovens; o risco de mulheres jovens entre 18 e 29 anos serem objeto de amea\u00e7as e insinua\u00e7\u00f5es ofensivas na Internet \u00e9 duas vezes maior que o de mulheres entre 40 e 49 anos, e mais que tr\u00eas vezes maior que o de mulheres entre 50 e 59 anos.<\/p>\n<p>A pesquisa que existe at\u00e9 o momento sobre o fen\u00f4meno da ciberviol\u00eancia baseada em g\u00eanero (especialmente no mundo de l\u00edngua espanhola) \u00e9 bastante escassa e fragmentada, principalmente a que tem foco espec\u00edfico no coletivo juvenil. Sem pretens\u00e3o de exaustividade, tentarei apontar aqui algumas ideias para ajudar a entender como \u00e9 articulado esse tipo espec\u00edfico de viol\u00eancia, que, por outro lado, \u00e9 a face mais vis\u00edvel da rea\u00e7\u00e3o aos avan\u00e7os do feminismo. KhosraviNik e Esposito (2018) prop\u00f5em duas dimens\u00f5es principais para isso:<\/p>\n<h3>1. A persist\u00eancia das normas sociais de g\u00eanero no mundo digital<\/h3>\n<p>As mesmas normas sociais que marcam pap\u00e9is e espa\u00e7os diferenciados para homens e mulheres no espa\u00e7o f\u00edsico est\u00e3o presentes (ainda mais, se podemos dizer assim) no espa\u00e7o digital, condicionando o tipo de conte\u00fado que as pessoas jovens consomem e produzem.<\/p>\n<p>Enquanto elas se interessam por moda, cuidados pessoais e m\u00fasica, eles seguem e realizam v\u00eddeos mais ativos, nos quais participam de desafios, fazem piadas, criticam outras pessoas e, acima de tudo, reproduzem v\u00eddeos sobre videogames. Aqui, devemos entender que os tipos de conte\u00fado consumidos em redes sociais, como YouTube e Tik Tok, criam e produzem identidade, e o que os estudos nos dizem sobre isso \u00e9 que as meninas constroem suas identidades e, portanto, suas experi\u00eancias com par\u00e2metros mais flex\u00edveis (elas seguem youtubers meninos, assistem a v\u00eddeos sobre videogames ou desafios etc.), enquanto eles permanecem em posi\u00e7\u00f5es herm\u00e9ticas e reafirmam a necessidade de se desassociar de tudo que \u00e9 classificado como \u201cfeminino\u201d (V\u00e1zquez-Barrio, Torrecillas-Lacave e Su\u00e1rez-\u00c1lvarez, 2019). Ou seja, eles constroem identidades mais r\u00edgidas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ideia de \u201cmasculinidade\u201d.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-75923c2 elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-articulo\" data-id=\"75923c2\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-articulo.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                        <div class=\"image\">\n                                                        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2020\/02\/arcade-facade-1293261.jpg\" class=\"figure-img img-fluid\" alt=\"\">\n                                                        <\/a>\n                            \n                                                    <\/div>\n                    <\/figure>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-45600be elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"45600be\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>Por causa dessa mesma tend\u00eancia, s\u00e3o gerados espa\u00e7os \u201cfechados\u201d, como \u00e9 o caso dos videogames. H\u00e1 muito mais jogadores do que jogadoras, e isso \u00e9 explicado pela pr\u00f3pria din\u00e2mica da ind\u00fastria, que produz conte\u00fado sexista. H\u00e1 um n\u00famero maior de videogames criados em torno de valores \u201cmasculinos\u201d, como competitividade, viol\u00eancia e esportes. Em tempo, os avatares desses mesmos jogos encenam uma assimetria de poderes e uma hierarquia de posi\u00e7\u00f5es. Enquanto os avatares masculinos s\u00e3o fortes e dominantes, os femininos refletem submiss\u00e3o e, acima de tudo, s\u00e3o configurados como objetos de desejo (Bahillo, 2018, p. 115).<\/p>\n<p>O ass\u00e9dio e os insultos que muitas jogadoras sofrem quando se identificam como mulheres \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o bastante comum. Al\u00e9m disso, qualquer cr\u00edtica ou tentativa de transformar a ind\u00fastria a partir de perspectivas feministas ou progressistas em geral est\u00e1 sujeita a uma resposta violenta da comunidade <em>gamer<\/em>. Um exemplo disso \u00e9 encontrado no caso <a href=\"https:\/\/es.wikipedia.org\/wiki\/Gamergate\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">#gamergate<\/a> e no ass\u00e9dio sofrido pela cr\u00edtica cultural Anita Sarkeesian, inclusive com amea\u00e7as de tiros, quando ela estava para ministrar uma palestra sobre esse assunto na Universidade de Utah (EUA).<\/p>\n<p>As normas sociais de g\u00eanero condicionam n\u00e3o apenas o tipo de conte\u00fado que os jovens produzem e consomem, mas tamb\u00e9m a imagem pessoal que eles podem expor nas redes. A pesquisa destaca a quantidade significativa de tempo e esfor\u00e7o dedicado pelas meninas para manter uma presen\u00e7a online que mostre uma \u201cfeminilidade apropriada\u201d (Bailey e Steeves, 2015). Em um estudo realizado por Donoso-V\u00e1zquez et. al (2017) com alunos do ensino m\u00e9dio em Barcelona, 36% dos entrevistados disseram ter observado como as meninas \u00e0s vezes s\u00e3o insultadas nas redes sociais por terem um corpo pouco atraente, e 41% disseram ter observado que uma menina \u00e0s vezes \u00e9 insultada por ter v\u00e1rios parceiros.<\/p>\n<p>As tecnologias tamb\u00e9m serviriam para perpetuar (e at\u00e9 aumentar) os padr\u00f5es de controle relacionados aos mitos do amor rom\u00e2ntico. De acordo com os dados do \u00faltimo <a href=\"http:\/\/www.adolescenciayjuventud.org\/que-hacemos\/monografias-y-estudios\/ampliar.php\/Id_contenido\/127043\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bar\u00f3metro Juventud y G\u00e9nero 2019<\/a>, 25% dos meninos afirmaram que \u201cem uma rela\u00e7\u00e3o sentimental, \u00e9 normal que o ci\u00fame exista, pois \u00e9 uma prova de amor\u201d (em compara\u00e7\u00e3o com 14% das meninas); e 17% dos meninos pensam que \u00e9 normal olhar o celular do parceiro se voc\u00ea acha que ele est\u00e1 te traindo (em compara\u00e7\u00e3o com 14% das meninas).<\/p>\n<h3>2. A disciplina exercida por meio dos discursos de \u00f3dio<\/h3>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o social das mulheres jovens nos espa\u00e7os digitais, em muitos casos, v\u00ea-se comprometida pelos ataques que elas recebem quando expressam livremente suas opini\u00f5es e ideias.<\/p>\n<p>Segundo dados do\u00a0<a href=\"https:\/\/eige.europa.eu\/publications\/gender-equality-and-youth-opportunities-and-risks-digitalisation\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instituto Europeu para a Igualdade de G\u00eanero (EIGE)<\/a>, as jovens europeias publicam at\u00e9 10% menos opini\u00f5es sobre quest\u00f5es c\u00edvicas ou pol\u00edticas em suas redes sociais (23% versus 33%). Mais mulheres jovens (9%) do que homens jovens (6%) foram v\u00edtimas de ass\u00e9dio online. Depois de presenciarem ou sofrerem abuso\/discurso de \u00f3dio online, 51% das mulheres jovens e 42% dos homens jovens da UE hesitam em participar de debates nas redes sociais por medo de sofrer novos abusos, discursos de \u00f3dio ou amea\u00e7as.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia \u00e9 maior no caso das mulheres jovens que defendem posi\u00e7\u00f5es feministas ou que participam de algum tipo de ativismo (direitos humanos, antirracismo etc.). Tomemos como exemplo <a href=\"https:\/\/verne.elpais.com\/verne\/2016\/03\/06\/articulo\/1457283952_116941.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">o caso da blogueira espanhola Desir\u00e9 Bela-Lobedde<\/a> que, depois de publicar seu v\u00eddeo Ser mujer negra en Espa\u00f1a (2013) no YouTube, recebeu coment\u00e1rios incitadores do \u00f3dio racista e machista.<\/p>\n<p>Outro estudo realizado no Chile mostra a alta exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia online que afeta as feministas e outras ativistas pelos direitos humanos no pa\u00eds. 73,6% declararam explicitamente terem sido v\u00edtimas de ciberviol\u00eancia: sofreram ataques verbais (91,7%), ass\u00e9dio (25,8%), amea\u00e7as (22%) e tiveram informa\u00e7\u00f5es falsas publicadas (15%) (Soto e S\u00e1nchez, 2019).<\/p>\n<p>Como aponta o relat\u00f3rio elaborado pela relatora da ONU e mencionado acima, esse tipo de viol\u00eancia, que afeta mais fortemente jornalistas, blogueiras, ativistas etc., \u00e9 um ataque direto \u00e0 visibilidade das mulheres e \u00e0 sua plena participa\u00e7\u00e3o na vida p\u00fablica. Isso n\u00e3o s\u00f3 viola o direito da mulher de viver uma vida livre de viol\u00eancia e de participar online, mas tamb\u00e9m prejudica o exerc\u00edcio democr\u00e1tico e a boa governan\u00e7a.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3f5c4b7 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"3f5c4b7\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-5 offset-lg-1\">\n                <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Cruzar a fronteira<\/h2>            <\/div>\n        <\/div>\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>A ciberviol\u00eancia baseada em g\u00eanero serve-se especialmente de tr\u00eas caracter\u00edsticas presentes nos espa\u00e7os digitais: o anonimato, a facilidade de obter fontes de informa\u00e7\u00f5es pessoais e a perman\u00eancia digital, ou seja, a dificuldade em eliminar material ou informa\u00e7\u00f5es do ambiente virtual. Pensar que podemos combater a viol\u00eancia simplesmente tentando modificar essas caracter\u00edsticas implica negligenciar o grande problema de fundo, o sexismo e as desigualdades de g\u00eanero.<\/p>\n<p>Se queremos \u201ccruzar a fronteira\u201d e estender os resultados de igualdade j\u00e1 alcan\u00e7ados aos espa\u00e7os digitais, precisamos parar de pensar nos espa\u00e7os f\u00edsico e digital como dois espa\u00e7os diferentes (especialmente no que se refere \u00e0 educa\u00e7\u00e3o dos jovens). Se somos capazes de entender e, portanto, transmitir aos jovens que o abuso, ass\u00e9dio e coer\u00e7\u00e3o de outra pessoa s\u00e3o atos intoler\u00e1veis no espa\u00e7o f\u00edsico, por que ainda se pensa que isso seria diferente nos espa\u00e7os digitais? \u00c9 necess\u00e1rio insistir nesse trabalho de sensibiliza\u00e7\u00e3o para que os e as jovens identifiquem que esses tipos de a\u00e7\u00e3o nos espa\u00e7os digitais s\u00e3o, por si pr\u00f3prios, atos de viol\u00eancia.<\/p>\n<p>A viol\u00eancia de g\u00eanero \u00e9 combatida com a educa\u00e7\u00e3o e, como j\u00e1 apontava Bourdieu (1998), as redes sociais devem ser entendidas como um espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o t\u00e3o transcendente quanto a escola ou a fam\u00edlia. As tecnologias e os espa\u00e7os digitais n\u00e3o s\u00e3o o problema e n\u00e3o devem ser vistos como o inimigo, mas, sim, como ferramentas valiosas, quando se trata de gerar discursos e narrativas de igualdade e diversidade que combatam o \u00f3dio e a viol\u00eancia.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-63f26ae5 elementor-widget elementor-widget-bloque-autor\" data-id=\"63f26ae5\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-autor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\n<section class=\"bloque bloque-autor  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"datos d-flex align-items-center\" data-aos=\"fade\" data-aos-delay=\"600\" data-aos-duration=\"800\">\n                    <div class=\"imagen\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2021\/04\/OJI-logo.png\" class=\"img-fluid\" alt=\"Logo del Observatorio de la Juventud en Iberoam\u00e9rica (OJI)\"><\/div>\n                    <div class=\"datos-content\">\n                        <p class=\"subtitulos\">Ariana P\u00e9rez<\/p>\n                                                <p class=\"cargo\">OJI<\/p>\n                                                                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0fc257a elementor-widget elementor-widget-bloque-nota-pie\" data-id=\"0fc257a\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-nota-pie.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- bloque listado -->\n<section class=\"bloque bloque-notas-pie  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                    <div class=\"col-12 col-lg-5 offset-lg-1\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Notas<\/h2>            <\/div>\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                            <ul class=\"list-group list-group-horizontal row\">\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"100\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota1\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[1]<\/span>\n                                <p>Amelia Valc\u00e1rcel (entre muitas outras autoras e autores) classifica a hist\u00f3ria do movimento feminista em tr\u00eas ondas: o feminismo durante o Iluminismo (primeira onda); o feminismo liberal sufragista, de meados do s\u00e9culo 19 at\u00e9 os anos 50 (segunda onda); e o feminismo contempor\u00e2neo (terceira onda).<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                    <\/ul>\n                        <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-85bf419 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"85bf419\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-5 offset-lg-1\">\n                <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Referencias<\/h2>            <\/div>\n        <\/div>\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <ul>\n<li>Bartlett, J., Norrie, R., Patel, S., Rumpel, R., &amp; Wibberley, S. (2014). Misogyny on twitter.<\/li>\n<li>Bourdieu, P. (1998). La dominacio\u0301n masculina. Barcelona: Anagrama.<\/li>\n<li>Gald\u00f3n, C. (2018). Cosmovisiones feministas en clave generacional. Del movimiento 15M a la Huelga Feminista del 8M. Encrucijadas-Revista Cr\u00edtica de Ciencias Sociales, 16, 1602.<\/li>\n<li>Hanash Mart\u00ednez, M. (2018). Disciplinamiento sexual: cazando brujas y ciberfeministas. In Investigaci\u00f3n y g\u00e9nero. Reflexiones desde la investigaci\u00f3n para avanzar en igualdad: VII Congreso Universitario Internacional Investigaci\u00f3n y G\u00e9nero (2018), p 339-350. SIEMUS (Seminario Interdisciplinar de Estudios de las Mujeres de la Universidad de Sevilla).<\/li>\n<li>KhosraviNik, M., &amp; Esposito, E. (2018). Online hate, digital discourse and critique: Exploring digitally-mediated discursive practices of gender-based hostility. Lodz Papers in Pragmatics, 14(1), 45-68.<\/li>\n<li>Larrondo, M., &amp; Ponce, C. (2019). Activismos feministas j\u00f3venes en Am\u00e9rica Latina. Dimensiones y perspectivas conceptuales. Activismos feministas j\u00f3venes: Emergencias, actrices y luchas en Am\u00e9rica Latina.<\/li>\n<li>Soto, C. A. A., &amp; S\u00e1nchez, K. D. V. (2019). Viol\u00eancia na Internet contra feministas e outras ativistas chilenas. Revista Estudos Feministas, 27(3).<\/li>\n<li>V\u00e1zquez-Barrio, T., Torrecillas-Lacave, T., &amp; Su\u00e1rez-\u00c1lvarez, R. (2019). Diferencias de g\u00e9nero en las oportunidades de la digitalizaci\u00f3n para la participaci\u00f3n sociopol\u00edtica de los adolescentes.<\/li>\n<\/ul>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-567051cb elementor-widget elementor-widget-bloque-blog\" data-id=\"567051cb\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-blog.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Bloque Blog -->\n<div class=\"container\">\n    <div class=\"row titulo-con-enlace\">\n        <div class=\"col-12\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Voc\u00ea pode gostar...<\/h2>                        <a href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/\" data-aos=\"fade-right\" data-aos-duration=\"700\" class=\"enlace btn-arrow\" title=\"Ver mais\"><span>Ver 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