{"id":3733,"date":"2019-09-11T11:19:00","date_gmt":"2019-09-11T09:19:00","guid":{"rendered":"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/noticias\/el-joven-brasileno-y-la-escuela-frente-a-la-precarizacion-de-la-vida-y-los-desafios-democraticos\/"},"modified":"2023-11-07T17:40:14","modified_gmt":"2023-11-07T15:40:14","slug":"o-jovem-brasileiro-e-a-escola-diante-da-precarizacao-da-vida-e-de-desafios-democraticos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/coexistencia-pt-br\/o-jovem-brasileiro-e-a-escola-diante-da-precarizacao-da-vida-e-de-desafios-democraticos\/","title":{"rendered":"O jovem brasileiro e a escola diante da precariza\u00e7\u00e3o da vida e de desafios democr\u00e1ticos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"3733\" class=\"elementor elementor-3733 elementor-3056\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-4e52635d elementor-section-full_width elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"4e52635d\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-74858490\" data-id=\"74858490\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5b313742 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"5b313742\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>\u00c9 comum que debates sobre os jovens oscilem entre duas representa\u00e7\u00f5es exageradas e problem\u00e1ticas.A primeira considera o jovem como her\u00f3i solit\u00e1rio capaz de superar todos os obst\u00e1culos, desde que empreenda os esfor\u00e7os pessoais necess\u00e1rios.<span id=\"more-7407\"><\/span> A segunda, que tende a ser perversamente moralizante, desconfia dos jovens, de seus gostos, valores, espa\u00e7os-tempos de relacionamentos e capacidades de tomar decis\u00f5es com liberdade e responsabilidade pessoal e social. Entre essas duas figuras narrativas alienadas sobre os jovens \u2013 o\u00a0 \u201cjovem her\u00f3i\u201d e o \u201cjovem problema\u201d \u2013 existem m\u00faltiplas e reais formas de ser jovem, que cobram \u00e0s institui\u00e7\u00f5es do mundo adulto, notadamente fam\u00edlias e escolas, esfor\u00e7o cont\u00ednuo de escuta e di\u00e1logo.<\/p>\n<p>A Juventude se expressa por uma faixa de idade. No Brasil, s\u00e3o jovens aqueles\/as entre 15 e 29 anos (Estatuto da Juventude), e adolescentes os\/as com idades compreendidas entre 12 e 18 anos (Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente \u2013 ECA). Em 2017, o Brasil tinha 48,5 milh\u00f5es de jovens entre 15 e 29 anos. Mas \u201cjuventude\u201d \u00e9 tamb\u00e9m produzida pelas representa\u00e7\u00f5es sobre as idades. Representa\u00e7\u00f5es essas que podem adquirir o car\u00e1ter de estigma \u2013 imagem deteriorada \u2013, quando se trata de jovens que n\u00e3o se encaixam no padr\u00e3o branco, masculino e dominante de uma sociedade que se estruturou na base da desigualdade entre as classes sociais, sob a \u00e9gide do patriarcalismo e por uma pesada heran\u00e7a escravocrata que, mesmo depois de mais de um s\u00e9culo de aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, ainda incide negativamente sobre a popula\u00e7\u00e3o negra e ind\u00edgena. A pobreza, a falta de oportunidades sociais e econ\u00f4micas para jovens moradores de territ\u00f3rios empobrecidos, e a representa\u00e7\u00e3o negativa, que transforma negros em alvos preferenciais das for\u00e7as policiais, fazem com que o \u00edndice de assassinato de jovens negros seja superior a qualquer outra parcela da popula\u00e7\u00e3o. As v\u00edtimas de homic\u00eddio no Brasil t\u00eam cor.<\/p>\n<h2>Segundo o Atlas da Viol\u00eancia (2019:49)<\/h2>\n<p>Em 2017, 75,5% das v\u00edtimas de homic\u00eddios foram indiv\u00edduos negros <a href=\"#nota1\"><sup><strong>[1]<\/strong><\/sup><\/a> (definidos aqui como a soma de indiv\u00edduos pretos ou pardos, segundo a classificac\u0327a\u0303o do IBGE\u2026), sendo que a taxa de homic\u00eddios por 100 mil negros foi de 43,1, ao passo que a taxa de n\u00e3o negros (brancos, amarelos e indi\u0301genas) foi de 16,0. Ou seja, proporcionalmente \u00e0s respectivas popula\u00e7\u00f5es, para cada indiv\u00edduo na\u0303o negro que sofreu homic\u00eddio em 2017, aproximadamente, 2,7 negros foram mortos. Em 20 anos (entre 1997 e 2017), o n\u00famero de jovens negros assassinados aumentou 429%, ante 102% de jovens brancos <a href=\"#nota2\"><sup><strong>[2]<\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>Ao dizermos que n\u00e3o existe \u201ca\u201d juventude, mas juventudes, buscamos enfatizar a multiplicidade de maneiras de ser jovem num mundo de desigualdades, viol\u00eancias e oportunidades diferencialmente distribu\u00eddas conforme a cor da pele, o g\u00eanero, a classe social e o local de moradia.<\/p>\n<p>No Brasil de hoje, o receitu\u00e1rio econ\u00f4mico neoliberal se tornou pol\u00edtica de governo. A redu\u00e7\u00e3o do papel do estado, a aboli\u00e7\u00e3o de direitos sociais e trabalhistas, e o desmonte de pol\u00edticas sociais de combate \u00e0 pobreza promovem o aprofundamento das desigualdades e aumentam o n\u00edvel de incerteza dos setores mais desprotegidos da sociedade. O estado e as m\u00faltiplas institui\u00e7\u00f5es sociais n\u00e3o geram suportes suficientes para apoiar os tr\u00e2nsitos dos jovens dos setores empobrecidos da sociedade rumo \u00e0 vida adulta. Esta constata\u00e7\u00e3o sobre o agravo nas condi\u00e7\u00f5es de vida nos parece vital para compreender as condi\u00e7\u00f5es das quais jovens pobres partem para se relacionar e seguir frequentando a escola.<\/p>\n<p>Em sociedades em que o trabalho se tornou flex\u00edvel, mas tamb\u00e9m prec\u00e1rio e desprotegido, em contextos de vida e trabalho em que a no\u00e7\u00e3o de progresso e carreira desaparecem e garantias sociais n\u00e3o mais se imp\u00f5em como um imperativo de conquistas de classes e organiza\u00e7\u00f5es de trabalhadores, o campo da inser\u00e7\u00e3o laboral torna-se cada vez mais incerto e individualizado. Os intensos processos de terceiriza\u00e7\u00e3o e desprote\u00e7\u00e3o social da for\u00e7a de trabalho, de diminui\u00e7\u00e3o da relev\u00e2ncia dos sindicatos e o predom\u00ednio no mercado de trabalho das empresas de intermedia\u00e7\u00e3o de trabalhadores precarizados d\u00e3o o tom desse processo de fragmenta\u00e7\u00e3o do campo laboral.<\/p>\n<p>\u00c9 ineg\u00e1vel o lugar do trabalho na constitui\u00e7\u00e3o da vida social e das individualidades. Contudo, \u00e9 evidente que o mesmo j\u00e1 n\u00e3o possui o papel integrador que assumiu em outros momentos da hist\u00f3ria das sociedades, notadamente as urbanas. A identidade do trabalho se articula com outras dimens\u00f5es societ\u00e1rias, quer sejam de g\u00eanero, ra\u00e7a, gera\u00e7\u00e3o ou territ\u00f3rio e cultura. Algumas caracter\u00edsticas que emergem dos estudos sobre a rela\u00e7\u00e3o entre os jovens e o trabalho assinalam que essas outras refer\u00eancias se manifestam no quadro da fragiliza\u00e7\u00e3o do lugar do trabalho e dos diplomas profissionais na constitui\u00e7\u00e3o do \u201cser trabalhador\u201d. E neste quadro \u00e9 poss\u00edvel apontar como elementos dessa indetermina\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria o peso da informalidade, da desprote\u00e7\u00e3o no campo dos direitos, da indetermina\u00e7\u00e3o das trajet\u00f3rias n\u00e3o mais previs\u00edveis tal como denotava o sentido de \u201ccarreira\u201d, a pluriatividade e a heterogeneidade de atividades, quer seja por altern\u00e2ncia ou concomit\u00e2ncia em jornadas di\u00e1rias, semanais ou mensais. Soma-se a isso a forte atra\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os-tempos do consumo e dos sentidos culturais do agir individual e coletivo nos tempos livres, na produ\u00e7\u00e3o das subjetividades juvenis.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-236b825 elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-articulo\" data-id=\"236b825\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-articulo.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                        <div class=\"image\">\n                                                        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2019\/09\/boy-4233335_640.jpg\" class=\"figure-img img-fluid\" alt=\"\">\n                                                        <\/a>\n                            \n                                                    <\/div>\n                    <\/figure>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c32220d elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"c32220d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>Os jovens das classes populares empreendem uma dura e desprotegida luta, que combina trabalho e perman\u00eancia na escola. Contudo, \u00e9 preciso dizer que neste quadro de crescentes incertezas e de diminui\u00e7\u00e3o das margens de previsibilidade de futuro, jovens, ainda que n\u00e3o renunciem \u00e0 escola, desconfiam da for\u00e7a dos diplomas e da validade dos saberes escolares formais na busca pelo trabalho.<\/p>\n<p>Diante dos imperativos da supera\u00e7\u00e3o de necessidades objetivas e de constru\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio campo de autonomia, a \u201cfabrica\u00e7\u00e3o de si\u201d ocorre em campo de fortes interdi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e simb\u00f3licas, que tendem a ser agravadas quando h\u00e1 aus\u00eancia de suportes na forma de pol\u00edticas p\u00fablicas estruturantes e efetivas para a realiza\u00e7\u00e3o da travessia entre os mundos da fam\u00edlia, da escola e do trabalho.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel notar que mesmo diante de graves restri\u00e7\u00f5es no campo da prote\u00e7\u00e3o social e da exist\u00eancia de oportunidades reais de inser\u00e7\u00e3o produtiva, jovens buscam alternativas e inventam a vida de diferentes e criativas maneiras.<\/p>\n<p>Reconhecidas as distin\u00e7\u00f5es que posicionam os indiv\u00edduos jovens em diferentes lugares sociais e culturais, \u00e9 preciso reconhecer tamb\u00e9m tra\u00e7o geracional comum, que diz respeito \u00e0s intensas transforma\u00e7\u00f5es pessoais e societ\u00e1rias relacionadas com o amplo processo de desenvolvimento das tecnologias de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (TICs) e das redes sociais tecnol\u00f3gicas e digitais.<\/p>\n<p>Os jovens possuem, hoje, um campo maior de autonomia frente \u00e0s institui\u00e7\u00f5es do denominado \u201cmundo adulto\u201d para construir seus pr\u00f3prios acervos e identidades culturais. H\u00e1 uma rua de m\u00e3o dupla entre aquilo que herdam e a capacidade de cada um construir seus pr\u00f3prios repert\u00f3rios culturais. Se, por um lado, em sociedades simples e de autoridade verticalizada o \u201ceu\u201d \u00e9 uma heran\u00e7a. Por outro lado, um dos princ\u00edpios organizadores dos processos produtores das identidades em sociedades complexas diz respeito ao fato dos sujeitos selecionarem as diferen\u00e7as com as quais querem ser reconhecidos socialmente. Isso faz com que a identidade seja muito mais uma escolha e um trabalho de reflexividade sobre si do que uma imposi\u00e7\u00e3o. Uma das mais importantes tarefas das institui\u00e7\u00f5es educativas seria a de contribuir para que os jovens pudessem realizar escolhas conscientes sobre suas trajet\u00f3rias pessoais para constituir autonomamente seus pr\u00f3prios acervos de valores e conhecimentos.<\/p>\n<p>Os jovens fazem seus tr\u00e2nsitos para a vida adulta no contexto de sociedades produtoras de riscos \u2013 muitos deles experimentados de forma in\u00e9dita, tal como o desemprego continuado, a amea\u00e7a da destrui\u00e7\u00e3o ambiental e as m\u00faltiplas viol\u00eancias em \u00e1reas urbanas e rurais \u2013, mas tamb\u00e9m experimentam processos societ\u00e1rios com maiores campos de possibilidades para a realiza\u00e7\u00e3o de apostas frente ao futuro. A escola, em especial a de ensino m\u00e9dio, constitui-se em espa\u00e7o-tempo cultural privilegiado de promo\u00e7\u00e3o de suportes para que jovens elaborem seus projetos pessoais e profissionais para a vida adulta.<\/p>\n<p>A escola encontra-se diante de indiv\u00edduos que s\u00e3o muito mais do que alunos ou alunas. Os m\u00faltiplos tempos e espa\u00e7os de constitui\u00e7\u00e3o das subjetividades juvenis transcendem em muito o espa\u00e7o-tempo da escola. Adolescentes e jovens instauram cotidianos cada vez mais aut\u00f4nomos de intera\u00e7\u00f5es, que os afastam das refer\u00eancias do mundo adulto, em especial, de seus pais e professores.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel falar numa \u201cesfera de autonomia juvenil\u201d (Barri\u00e8re, 2011)\u00a0<a href=\"#nota3\"><sup><strong>[3]<\/strong><\/sup><\/a>. Os adolescentes de hoje realizam in\u00fameras atividades fora da escola \u2013n\u00e3o apenas de entretenimento\u2013, que se constituem em verdadeiros investimentos pessoais mediados pelo gosto pessoal. Este verdadeiro \u201ccurr\u00edculo\u201d n\u00e3o escolar, desenvolvido em torno de atividades explicitamente educativas e outras diretamente relacionadas com a sociabilidade, conforma um conjunto heterog\u00eaneo de atividades que, atrav\u00e9s dos grupos de pares e da cultura juvenil, ampliam a autonomia. Dessa forma, \u201cos testes\u201d, provas ou desafios n\u00e3o seriam apenas os da escola, mas o deste amplo campo de atividades de ocupa\u00e7\u00e3o do tempo juvenil. E, no caso dos <a href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/nossos-estudos\/pesquisa-juventudes-no-brasil-2021\/\">jovens brasileiros<\/a>, o tempo dispendido com atividades relacionadas com o mundo do trabalho \u00e9 significativo, notadamente para os jovens das classes populares. Em outras palavras, podemos da\u00ed depreender que a escola n\u00e3o est\u00e1 sozinha no \u201cuniverso educativo\u201d. Desta forma, a institui\u00e7\u00e3o escolar e seus profissionais precisam aprender a arte do di\u00e1logo com os outros espa\u00e7os-tempos constituidores das experi\u00eancias e subjetividades de seus jovens estudantes.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-48486ef elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-articulo\" data-id=\"48486ef\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-articulo.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                        <div class=\"image\">\n                                                        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2019\/09\/spectacle-1263014_640.jpg\" class=\"figure-img img-fluid\" alt=\"\">\n                                                        <\/a>\n                            \n                                                    <\/div>\n                    <\/figure>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ba3cb69 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"ba3cb69\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>Para Marilia Sposito (1999) <a href=\"#nota4\"><sup><strong>[4]<\/strong><\/sup><\/a>, as culturas juvenis se apresentam como campo de possibilidades \u201cde pr\u00e1ticas coletivas e de interesses comuns, sobretudo em torno dos diferentes estilos musicais\u201d. Os jovens estariam mais motivados em se envolver em temas culturais, em compara\u00e7\u00e3o ao seu afastamento das formas tradicionais de participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. A m\u00fasica \u2013elemento importante da cultura juvenil\u2013 apresenta-se, assim, como aglutinadora de sociabilidades e, por isso, permitiria aos jovens a possibilidade de participa\u00e7\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o efetiva nas quest\u00f5es relacionadas com a sua comunidade e como interlocutor com determinados setores da sociedade civil. \u00c9 preciso admitir a exist\u00eancia de significativa diversidade de pr\u00e1ticas coletivas entre os jovens, ainda pouco vis\u00edveis e escassamente investigadas.<\/p>\n<p>A escola silencia e promove a invisibilidade de pr\u00e1ticas culturais e pol\u00edticas que n\u00e3o se encaixam nos cotidianos escolares institucionalizados e pouco abertos para as expressividades juvenis. Nesse contexto, o jovem \u00e9 homogeneizado na condi\u00e7\u00e3o de aluno que necessita responder positivamente aos padr\u00f5es do \u201cser estudante\u201d que almeja a institui\u00e7\u00e3o. De um modo geral, s\u00e3o poucas as margens de di\u00e1logo entre aquilo que a institui\u00e7\u00e3o busca empreender como projeto educativo, as pr\u00e1ticas culturais juvenis, e mesmo as experi\u00eancias singulares de seus jovens estudantes. Em sociedades de alta complexidade, como as nossas, o indiv\u00edduo aut\u00f4nomo \u00e9 resultado de uma intensa e cont\u00ednua \u201cfabrica\u00e7\u00e3o\u201d de si mesmo.<\/p>\n<p>Diante da inseguran\u00e7a e da incerteza frente ao futuro, jovens encontram ref\u00fagio no presente. A descren\u00e7a nas institui\u00e7\u00f5es pode significar resposta cr\u00edtica ao que herdaram do passado ou mesmo incapacidade de imaginar o futuro como esperan\u00e7a. O ref\u00fagio na \u201cutopia do consumo\u201d no tempo presente pode expressar a experi\u00eancia de subjetividades fragmentadas, que n\u00e3o dialogam com as dimens\u00f5es temporais do passado e do futuro. Contudo, \u00e9 na compreens\u00e3o dos processos hist\u00f3ricos e na imagina\u00e7\u00e3o de novos mundos poss\u00edveis que jovens criam condi\u00e7\u00f5es para o surgimento de oportunidades nesse quadro societ\u00e1rio de incertezas e bloqueios ao desenvolvimento das biografias juvenis; bloqueios t\u00e3o mais graves quanto menos oportunidades e suportes sociais e familiares os jovens tiverem.<\/p>\n<p>\u00c9 na perspectiva da criatividade poss\u00edvel que fam\u00edlias e escolas precisam dar aten\u00e7\u00e3o especial aos espa\u00e7os de sociabilidade e conectividades digitais, n\u00e3o com o intuito de controlar espa\u00e7os-tempos e iniciativas juvenis mas de compreender os fluxos e sentidos das intera\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias. Neste di\u00e1logo, nem sempre f\u00e1cil entre gera\u00e7\u00f5es, podemos contribuir para o surgimento de novas comunidades educativas comprometidas com a vida democr\u00e1tica. Esse \u00e9 um desafio civilizat\u00f3rio de um tempo em que a destrui\u00e7\u00e3o de direitos sociais, a intoler\u00e2ncia com a diferen\u00e7a e a mercantiliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais e da pr\u00f3pria vida ganham espa\u00e7o como respostas regressivas para o quadro de crise econ\u00f4mica estrutural, escassez de oportunidades, altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e profundas contradi\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>Escolas necessitam se constituir enquanto comunidades socioculturais que coloquem todos os conhecimentos em discuss\u00e3o numa perspectiva social e hist\u00f3rica. Escolas que sejam capazes de estabelecer equil\u00edbrio entre competi\u00e7\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o no jogo da aprendizagem. E que n\u00e3o se furtem em promover di\u00e1logos democraticamente mediados sobre diferentes aspectos da vida social e pol\u00edtica que envolvam a comunidade escolar e a vida social mais ampla. Escolas democr\u00e1ticas, enfim, que transformem conflitos e problemas em possibilidades de supera\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de encontros interculturais que ampliem formas de conhecer e intercambiar experi\u00eancias orientadas para o conv\u00edvio com a diferen\u00e7a, a nega\u00e7\u00e3o da intoler\u00e2ncia e atualiza\u00e7\u00e3o dos sentidos \u00e9ticos e pol\u00edticos das no\u00e7\u00f5es de Cidadania e Democracia no tempo presente.<\/p>\n<hr \/>\n<p><em><strong>Autor: Paulo Carrano.<\/strong> Professor Dr. Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal Fluminense. Coordenador do Grupo de Pesquisa Observat\u00f3rio Jovem do Rio de Janeiro. Pesquisador do CNPq \u2013 n\u00edvel 2.<\/em><\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-45903bbc elementor-widget elementor-widget-bloque-autor\" data-id=\"45903bbc\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-autor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\n<section class=\"bloque bloque-autor  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"datos d-flex align-items-center\" data-aos=\"fade\" data-aos-delay=\"600\" data-aos-duration=\"800\">\n                    <div class=\"imagen\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2021\/04\/OJI-logo.png\" class=\"img-fluid\" alt=\"Logo del Observatorio de la Juventud en Iberoam\u00e9rica (OJI)\"><\/div>\n                    <div class=\"datos-content\">\n                        <p class=\"subtitulos\">OJI<\/p>\n                                                                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1ec1ee0 elementor-widget elementor-widget-bloque-nota-pie\" data-id=\"1ec1ee0\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-nota-pie.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- bloque listado -->\n<section class=\"bloque bloque-notas-pie  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                    <div class=\"col-12 col-lg-5 offset-lg-1\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Notas<\/h2>            <\/div>\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                            <ul class=\"list-group list-group-horizontal row\">\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"100\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota1\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[1]<\/span>\n                                <p><em>Atlas da viol\u00eancia<\/em>. Organizadores: <em>Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada; F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica<\/em>. Bras\u00edlia: R\u00edo de Janeiro: S\u00e3o Paulo: <strong><em>Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada; F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a Pu\u0301blica<\/em><\/strong>, 2019.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"200\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota2\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[2]<\/span>\n                                <p>Ver Pesquisa realizada pela Funda\u00e7\u00e3o Abrinq em: Carta Capital. Assassinatos de jovens negros no Brasil aumentam 429% em 20 anos. Dispon\u00edvel na internet: <a style=\"word-break: break-all;\" href=\"https:\/\/www.cartacapital.com.br\/sociedade\/assassinatos-de-jovens-negros-no-brasil-aumentam-429-em-20-anos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.cartacapital.com.br\/sociedade\/assassinatos-de-jovens-negros-no-brasil-aumentam-429-em-20-anos\/<\/a> Consultado em 19.08.2019.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota3\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[3]<\/span>\n                                <p>BARR\u00c8RE, Anne.\u00a0<strong>L\u2019\u00e9ducation buissonni\u00e0re:\u00a0<\/strong>Quand les adolescents se forment par eux-m\u00eames. Par\u00eds: Armand Colin, 2011. 228 p.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"400\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota4\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[4]<\/span>\n                                <p>SPOSITO, Marilia Pontes. Uma perspectiva n\u00e3o escolar no estudo sociol\u00f3gico da escola. Revista USP, S\u00e3o Paulo, v. 1, n. 57, p.210-226, mayo de 2003. Disponible en: <a style=\"word-break: break-all;\" href=\"https:\/\/www.revistas.usp.br\/revusp\/article\/view\/33843\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.revistas.usp.br\/revusp\/article\/view\/33843<\/a>. Consultado el: 03 jul. 2016.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                    <\/ul>\n                        <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4c327d3 elementor-widget elementor-widget-bloque-blog\" data-id=\"4c327d3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-blog.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Bloque Blog -->\n<div class=\"container\">\n    <div class=\"row titulo-con-enlace\">\n        <div class=\"col-12\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Voc\u00ea pode gostar...<\/h2>                        <a href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/\" data-aos=\"fade-right\" data-aos-duration=\"700\" class=\"enlace btn-arrow\" title=\"Ver mais\"><span>Ver mais<\/span><\/a>\n                    <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n\n        <section class=\"bloque bloque-blog-listado  diseno-descifrando\">\n            <div class=\"container\">\n                <div class=\"row justify-content-center\">\n                    <div class=\"col-12 col-lg-10\">\n                        <ul class=\"listado row g-4 g-lg-5 ultimas\">                                       \n                            <li class=\"col-12 col-sm-6 d-flex align-items-stretch\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"200\" data-aos-duration=\"700\">\n        <a class=\"noticia \" href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/integracao-social-pt-br\/ande-sempre-com-uma-lupa\/\">\n    <div class=\"datos\">\n        <div class=\"categoria\">Integra\u00e7\u00e3o social<\/div>\n        <div class=\"fecha\">29 abril 2022<\/div>\n        <h3 class=\"subtitulos\">Ande sempre com uma lupa<\/h3>\n    <\/div>\n    <div class=\"image\">\n        <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" 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                           <a href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/biblioteca-de-videos\/\" data-aos=\"fade-right\" data-aos-duration=\"700\" class=\"enlace btn-arrow\" title=\"Ver mais\"><span>Ver mais<\/span><\/a>\n                            <\/div>\n        <\/div>\n    <div class=\"background\">\n                <div class=\"row justify-content-center gy-4 gy-lg-5\">\n                <div class=\"col-12 col-lg-10\">\n                    <div class=\"listado row g-4 g-lg-5\">\n                                                    <div class=\"col-12 col-sm-4 d-flex align-items-stretch\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"200\" data-aos-duration=\"700\">\n                                <a class=\"noticia \" href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/biblioteca-de-videos\/virada-educacao-encontros-no-territorio-educador\/\">\n    <div class=\"image\">\n                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/img.youtube.com\/vi\/bn_kvwpou1o\/maxresdefault.jpg\" 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class=\"datos\">\n                <h3 class=\"subtitulos\">Bastidores em cena &#8211; Oficina de Forma\u00e7\u00e3o Audiovisual<\/h3>\n    <\/div>\n<\/a>                                <\/div>\n                                                <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 comum que debates sobre os jovens oscilem entre duas representa\u00e7\u00f5es exageradas e problem\u00e1ticas.A primeira considera o jovem como her\u00f3i solit\u00e1rio capaz de superar todos os obst\u00e1culos, desde que empreenda os esfor\u00e7os pessoais necess\u00e1rios. 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