{"id":3740,"date":"2019-05-21T13:16:00","date_gmt":"2019-05-21T11:16:00","guid":{"rendered":"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/noticias\/adicciones-digitales-ii-pornonativos\/"},"modified":"2023-11-07T18:14:49","modified_gmt":"2023-11-07T16:14:49","slug":"vicios-digitais-parte-ii-pornonativos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/tics-pt-br\/vicios-digitais-parte-ii-pornonativos\/","title":{"rendered":"V\u00edcios Digitais (parte II): Pornonativos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"3740\" class=\"elementor elementor-3740 elementor-3128\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-7b660ded elementor-section-full_width elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"7b660ded\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-6cb94499\" data-id=\"6cb94499\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3a007e96 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"3a007e96\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>A not\u00edcia foi veiculada recentemente em um <a href=\"https:\/\/www.elmundo.es\/yodona\/lifestyle\/2018\/11\/03\/5bd8546c268e3e342c8b45f0.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">jornal de \u00e2mbito nacional na Espanha<\/a>: Maria, 12 anos, sempre foi uma garotinha gorducha, ent\u00e3o seus pais atribu\u00edram sua perda de peso repentina e extrema, quase 15\u00a0quilos nos \u00faltimos quatro meses, a um dist\u00farbio alimentar. Assim, tamb\u00e9m eles interpretavam seus sinais vis\u00edveis de depress\u00e3o, cada dia mais evidentes e desesperadores para os pais, incapazes de arrancar uma s\u00f3 palavra dela. At\u00e9 que um dia, a m\u00e3e descobriu algo que havia passado despercebido por muitos meses e que a deixou at\u00f4nita<span id=\"more-7254\"><\/span>: o su\u00e9ter de Maria estava cheio de manchas de s\u00eamen. Como \u00e9 evidente, a menina acabou tendo que quebrar o sil\u00eancio e contar o que estava acontecendo: alguns meses antes, v\u00e1rios meninos de sua escola a trancaram no banheiro e se masturbaram ao lado dela. \u201cSe voc\u00ea disser alguma coisa\u201d, amea\u00e7aram eles, \u201cdiremos a todos que voc\u00ea \u00e9 uma prostituta\u201d. Ela ficou calada e eles, encorajados pelo sil\u00eancio, intensificaram a periodicidade e a intensidade das pr\u00e1ticas. Quando a not\u00edcia se espalhou e a escola, a pol\u00edcia e os pais dos meninos intervieram, estes responderam com uma naturalidade assustadora: \u201cN\u00f3s fizemos o que vimos no celular\u201d.<\/p>\n<p>O que esses meninos (e eu enfatizo, <u>meninos<\/u>) viram no celular foi apenas uma pr\u00e1tica cujo nome tem origem japonesa e que possui uma se\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria em quase todas as p\u00e1ginas de conte\u00fado sexual: o Bukkake. A not\u00edcia \u00e9 forte, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas, mas isso \u00e9 o suficiente para que alarmes sejam disparados? De forma isolada, provavelmente n\u00e3o, mas se esse tipo de pr\u00e1tica est\u00e1 realmente se tornando cada vez mais frequente, como alertam muitos psic\u00f3logos infantis, ent\u00e3o a preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais do que justificada. De qualquer forma, \u00e9 assim que esse acontecimento deve ser visto? Como algo pontual e isolado? Essa talvez seja uma das quest\u00f5es mais controversas que encontraremos aqui, porque \u00e9 exatamente a mesma pergunta feita todos os dias por centenas de jornalistas ou palestrantes, os novos formadores de opini\u00e3o, quando oferecem e analisam not\u00edcias como a anterior: devemos considerar as not\u00edcias sobre a pr\u00e1tica adolescente chamada de <a href=\"https:\/\/www.infobae.com\/america\/mundo\/2018\/08\/15\/como-es-la-peligrosa-ruleta-rusa-sexual-que-genera-preocupacion-en-eeuu-y-america-latina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>\u201croleta sexual\u201d<\/em><\/a> tamb\u00e9m como caso isolado? E os casos cada vez mais frequentes de festas de <em>\u201csexo bareback\u201d<\/em> ou <em>\u201cbarebacking\u201d<\/em>? Ou o <em>\u201cmamading\u201d<\/em>, tristemente conhecido quando veio \u00e0 tona nos an\u00fancios publicit\u00e1rios de bares e boates em Mallorca, onde bebidas eram oferecidas gratuitamente a adolescentes e jovens em troca de sexo oral? Se, como eu disse, todos os casos anteriores s\u00e3o interpretados como fen\u00f4menos isolados, com pouca ou nenhuma rela\u00e7\u00e3o entre si, ent\u00e3o ca\u00edmos no velho bord\u00e3o \u201cah, \u00e9 normal, \u00e9 coisa de <em>jovens<\/em>\u201c, e tudo em ordem. Mas se, pelo contr\u00e1rio, como acredito eu, todos esses casos \u201cisolados\u201d (e muitos outros que n\u00e3o listei para n\u00e3o tornar a leitura entediante) s\u00e3o vistos como sintomas de uma mesma disfun\u00e7\u00e3o social, que \u00e9 o acesso massivo de crian\u00e7as, pr\u00e9-adolescentes e adolescentes a um material que n\u00e3o foi pensado para eles (e, que n\u00e3o por acaso, \u00e9 normalmente chamado de conte\u00fado \u201cadulto\u201d), as coisas mudam de figura. E muito.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-50af9e5 elementor-widget elementor-widget-bloque-cita\" data-id=\"50af9e5\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-cita.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Cita   -->\n<section class=\"bloque bloque-quotes \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-1\">\n                <figure data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <blockquote class=\"blockquote \">\n                                                <q class=\"titulos\">Em uma sociedade sem educa\u00e7\u00e3o sexual, a pornografia \u00e9 seu manual de instru\u00e7\u00f5es. Mas acontece que com esse tipo de fic\u00e7\u00e3o (...), voc\u00ea aprendeu tamb\u00e9m que isso (imagem de uma garota b\u00eabada) \u00e9 uma oportunidade. Que se ela n\u00e3o faz resist\u00eancia, ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 estupro. Uma pornografia mais machista continuar\u00e1 a ser a \u00fanica li\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o sexual \u00e0 qual seu filho \u2013 e sua filha \u2013 ter\u00e3o acesso. E, enquanto isso continuar assim, seguiremos fabricando estupradores em massa. Seguiremos acumulando minutos de sil\u00eancio. E seguiremos nas m\u00e3os de ju\u00edzes que acreditam que o estupro \u00e9 uma orgia sexual.<\/q>\n                    <\/blockquote>\n                                        <figcaption class=\"blockquote-footer \" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\">\n                        Spot do Sal\u00e3o Er\u00f3tico de Barcelona, 2018.\n                    <\/figcaption>\n                                    <\/figure>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a917564 elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-articulo\" data-id=\"a917564\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-articulo.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                        <div class=\"image\">\n                                                        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2019\/05\/couple-1299498_640.png\" class=\"figure-img img-fluid\" alt=\"\">\n                                                        <\/a>\n                            \n                                                    <\/div>\n                    <\/figure>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-645955d elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"645955d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>Normalmente, quando j\u00e1 tenho todo o material compilado para come\u00e7ar a escrever e meus olhos arregalam ao ver tantos livros marcados, tantas cita\u00e7\u00f5es e dados, muitas vezes contradit\u00f3rios, procuro sempre lembrar o conselho dado pelo rei \u00e0 Alice no Pa\u00eds das Maravilhas: \u201cComece pelo come\u00e7o\u2026 e prossiga at\u00e9 chegar ao fim; ent\u00e3o, pare!\u201d. Isso pode parecer uma bobagem, mas geralmente me traz bons resultados: n\u00e3o me deixo distrair com detalhes insignificantes nem ser devorado pelo excesso de fontes. O problema aqui \u00e9: <strong>qual <em>o princ\u00edpio<\/em> de todo esse aut\u00eantico <em>n\u00f3 g\u00f3rdio<\/em> que \u00e9 a pornografia, as origens de sua relev\u00e2ncia em nossas sociedades e seus efeitos, especialmente entre pr\u00e9-adolescentes e adolescentes?<\/strong>\u00a0Por onde <em>come\u00e7ar<\/em>? Proponho, no m\u00ednimo, tr\u00eas extremos:<\/p>\n<ul>\n<li>H\u00e1 pelo menos meio s\u00e9culo, assistimos a um processo claro de <em>pornografiza\u00e7\u00e3o<\/em> das sociedades ocidentais, que se veem for\u00e7adas a aumentar, d\u00e9cada ap\u00f3s d\u00e9cada (e quase poder\u00edamos dizer ano ap\u00f3s ano), sua dose de est\u00edmulo sexual, algo que, embora comece com as propagandas, dado o poder do <em>sex appeal<\/em> como isca para vendas, mais tarde se estende ao mundo do cinema, dos videoclipes de m\u00fasica e das s\u00e9ries de televis\u00e3o. Essa \u201cescalada de est\u00edmulos\u201d significa que, seguindo a l\u00f3gica pr\u00f3pria dos v\u00edcios, fica cada vez mais complicado produzir o mesmo efeito com a mesma dose, raz\u00e3o pela qual ela precisa ser aumentada periodicamente. O obsceno, etimologicamente <em>obscenus<\/em>, que significa \u201cfora de cena\u201d, passa a ser gradualmente <em>em cena<\/em> por meio de um processo no qual \u201cs\u00e3o atra\u00eddos para a cena p\u00fablica os \u00f3rg\u00e3os, os atos, os corpos e os prazeres que at\u00e9 ent\u00e3o eram considerados obscenos\u201d <a href=\"#nota1\"><sup><strong>[1]<\/strong><\/sup><\/a>.\u00a0At\u00e9 impregnar totalmente, o fil\u00f3sofo da moda Byung-Chul Han acrescentar\u00e1 aqui, a l\u00f3gica profunda de nossa sociedade, deixando tudo \u201crevelado, descoberto, despido, despojado, nu e exposto\u201d para ser imediatamente <em>devorado<\/em> pela \u201csociedade pornogr\u00e1fica\u201d <a href=\"#nota2\"><sup><strong>[2]<\/strong><\/sup><\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Enquadrado nesse processo de <em>pornografiza\u00e7\u00e3o<\/em> social pelo menos desde o final do s\u00e9culo passado, o vasto grupo da \u201cjuventude\u201d, cimentado nos anos cinquenta e sessenta, passa por um processo de mitose pelo qual uma parte dele, a de menor idade, desvincula-se e vai adquirindo certa independ\u00eancia, pelo menos como nicho de mercado, fagocitando o \u00faltimo est\u00e1gio da inf\u00e2ncia, dos 8 aos 12 anos: os <em>Tweens<\/em>. Visto de forma cr\u00edtica, o fen\u00f4meno Tween n\u00e3o \u00e9 realmente muito mais do que isso, um novo nicho de mercado que, j\u00e1 no novo s\u00e9culo, tornou-se \u201ca gera\u00e7\u00e3o mais orientada \u00e0s marcas, mais envolvida no consumo e mais materialista de toda a hist\u00f3ria\u201d <a href=\"#nota3\"><sup><strong>[3]<\/strong><\/sup><\/a>,<\/li>\n<li>o que, levando-se em conta o fen\u00f4meno anterior da <em>pornografiza\u00e7\u00e3o<\/em> social, a transforma em uma esp\u00e9cie de <em>inf\u00e2ncia sexualizada<\/em>, cada vez mais preocupada com os \u00faltimos modelos das revistas que lhes s\u00e3o endere\u00e7adas (as quais j\u00e1 oferecem conte\u00fado sexual abertamente, sem nenhum pudor), e com o pr\u00f3prio corpo como sujeito e tamb\u00e9m como objeto sexual. As consequ\u00eancias dessa sexualiza\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia foram e continuam sendo enormes, come\u00e7ando pelo dr\u00e1stico decl\u00ednio na idade de entrada na anorexia e na bulimia, que antes era por volta dos 14\u201315 anos e agora passou a ser antes dos 10 anos (algu\u00e9m ficou surpreso com a <em>naturalidade<\/em> com que os pais atribu\u00edram \u00e0 sua filha de 12 anos um transtorno alimentar no relato contado no in\u00edcio deste artigo?).<\/li>\n<li>A revolu\u00e7\u00e3o do acesso a conte\u00fado adulto protagonizada pelas novas tecnologias de comunica\u00e7\u00e3o ocorre em linha com o processo mencionado anteriormente e ser\u00e1, proponho eu, o terceiro extremo a <em>compreender<\/em> em nossa an\u00e1lise. Essas s\u00e3o tecnologias que, relembrando os n\u00fameros do artigo sobre <a href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/descifrando-la-juventud\/adicciones-digitales-i-internet-y-apuestas-online\/\">Vicios Digitais<\/a> anterior, disponibilizam milh\u00f5es de v\u00eddeos pornogr\u00e1ficos a uma em cada tr\u00eas crian\u00e7as de 10 anos e a 70% das de 12 anos. De acordo com um <a href=\"https:\/\/www.pornhub.com\/insights\/pornhub-2015-year-in-review\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estudo deste site realizado em 2015<\/a>, <em>somente<\/em> seus usu\u00e1rios consumiam 87.849 v\u00eddeos pornogr\u00e1ficos por ano, o equivalente a 4.392 milh\u00f5es de horas visualizadas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Nosso <em>problema<\/em> surge na conflu\u00eancia desses tr\u00eas fen\u00f4menos, no m\u00ednimo, e \u00e9 algo praticamente desconhecido na hist\u00f3ria da humanidade <a href=\"#nota4\"><sup><strong>[4]<\/strong><\/sup><\/a>:\u00a0a <em>Gera\u00e7\u00e3o XXX<\/em>, como foi batizada recentemente pelo <a href=\"https:\/\/www.economist.com\/leaders\/2015\/09\/26\/generation-xxx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Economist<\/a>\u00a0ou, segundo a f\u00f3rmula que acabou sendo aceita em nossa l\u00edngua, os <em>pornonativos<\/em>. Uma gera\u00e7\u00e3o que viu conte\u00fados pornogr\u00e1ficos antes mesmo de dar o primeiro beijo: os especialistas estimaram em um <a href=\"https:\/\/www.bevillandassociates.com\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/2015-porn-stats-covenant-eyes-1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estudo realizado em 2015<\/a>\u00a0que a primeira visualiza\u00e7\u00e3o ocorria aos nove anos e que <strong>9 em cada 10 meninos e 6 em cada 10 meninas consomem pornografia habitualmente antes dos 18 anos<\/strong>.<strong>\u00a0<\/strong>Crian\u00e7as com menos de 10 anos de idade representam <a href=\"http:\/\/www.mirror.co.uk\/tech\/one-10-visitors-porn-sites%208868796?fbclid=IwAR1wDSIP72SrV2a0Y4KLkn40fSCDM9WAgTRPpnirR62-AZMgOZidKyAcZVs\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">10% dos consumidores de pornografia na rede<\/a>, e mais de 40% das pesquisas que realizam est\u00e3o relacionadas a conte\u00fado pornogr\u00e1fico. Uma gera\u00e7\u00e3o que, al\u00e9m disso, de acordo com a filosofia da rede 2.0, tamb\u00e9m converte os pr\u00f3prios adolescentes em \u201cprodutores\u201d por meio do que \u00e9 conhecido como <em>sexting<\/em>, fotografando, gravando e muitas vezes publicando material pornogr\u00e1fico na web, algumas vezes de si mesmos, outras vezes de parceiros ou colegas de turma <a href=\"#nota5\"><sup><strong>[5]<\/strong><\/sup><\/a>. Ent\u00e3o, isso que voc\u00eas est\u00e3o vendo \u00e9 <em>apenas<\/em> Bukkake? N\u00e3o\u2026 \u00e9 Bukkake, Gangbangs, BDSM, estupros coletivos (\u00e0s vezes de adolescentes) e sexo com mulheres gr\u00e1vidas.<\/p>\n<p>O problema dos <em>n\u00f3s g\u00f3rdios<\/em> muitas vezes n\u00e3o reside tanto no fato de <em>serem<\/em> um problema em si, mas na forma como muitos pretendem abord\u00e1-los e \u201cdesfaz\u00ea-los\u201d\u2026 usando uma espada limpa <a href=\"#nota6\"><sup><strong>[6]<\/strong><\/sup><\/a>. Em um estudo realizado em 2013 na Universidade de Middlesex, no Reino Unido, de 40 mil estudos sobre pornografia analisados, apenas 276 estavam livres de \u201cpreconceitos ideol\u00f3gicos particulares\u201d ou, simplesmente, de falhas metodol\u00f3gicas <a href=\"#nota7\"><sup><strong>[7]<\/strong><\/sup><\/a>. Tendo isso em conta, proponho ao leitor um exerc\u00edcio muito mais simples do que mergulhar nas infinitas notas e diretrizes acad\u00eamicas: entrar em algumas das p\u00e1ginas de pornografia com o maior n\u00famero de visitas (Pornhub, XNXX, XVideos ou Serviporno) e olhar\u2026 Mas fazer isso de forma diferente, com os olhos de uma crian\u00e7a de 9, 10, 11, 12 anos\u2026 Nada nas mangas, nada de an\u00e1lises de regress\u00e3o m\u00faltipla complicadas, nada de varia\u00e7\u00f5es, nada de <em>qui-<\/em><em>quadrados<\/em>. Digitemos o nome de algumas dessas p\u00e1ginas no computador e <em>simplesmente<\/em> observemos. Aqui vou me concentrar apenas em dois pontos, muito concretos e breves, mas que me parecem ser de suma import\u00e2ncia:<\/p>\n<ul>\n<li>Depois de comprovar na guia \u201ccategorias\u201d (ou no mecanismo de pesquisa que todas as p\u00e1ginas t\u00eam) que tudo que relacionei antes n\u00e3o \u00e9 nenhum exagero e que, de fato, todas essas se\u00e7\u00f5es est\u00e3o l\u00e1 (recomendo procurar por \u201cforced\u201d ou \u201chumiliated\u201d em vez de \u201craped\u201d), a primeira coisa que convido o leitor a verificar \u00e9 o que falta nessas p\u00e1ginas, mais do que o que pode ser encontrado: mulheres! De fato, \u00e9 incr\u00edvel, mas nesse tipo de p\u00e1gina n\u00e3o h\u00e1 nem sinal delas\u2026 Nenhuma! Existe, sim, todo tipo de apelo pejorativo que pode colocar a mulher a servi\u00e7o dos desejos sexuais do homem. N\u00e3o farei nenhuma lista desses apelos, mas farei uma observa\u00e7\u00e3o que me parece bastante relevante: nas semanas em que estive preparando este artigo, ao entrar em um v\u00eddeo espec\u00edfico, encontrei tr\u00eas an\u00fancios: todos os tr\u00eas \u2014 <em>aten\u00e7\u00e3o<\/em> \u2014 eram de videogames sexuais. Dois deles mostram apenas os gr\u00e1ficos do videogame e anunciam o nome. O terceiro tem a narra\u00e7\u00e3o de uma mulher que diz: \u201c\u2026 o primeiro jogo de 2019 em que voc\u00ea pode personalizar sua escrava sexual\u201d.<\/li>\n<li>\u201cSe voc\u00ea vai se dar ao trabalho de chamar uma mulher de prostituta e chicote\u00e1-la\u201d, escreve sarcasticamente Tristan Taormino, educadora sexual, \u201c\u00e9 melhor que o resultado final de tudo isso seja um orgasmo fant\u00e1stico para ela\u201d\u00a0<a href=\"#nota8\"><sup><strong>[8]<\/strong><\/sup><\/a>.\u00a0Bem, isso tamb\u00e9m n\u00e3o. Mas, para qu\u00ea? As mulheres podem desfrutar do sexo, mas, n\u00e3o acabamos de dizer que n\u00e3o h\u00e1 nem sinal delas nesse tipo de p\u00e1gina? Algumas atribuem isso \u00e0s dif\u00edceis posi\u00e7\u00f5es ou aos cortes constantes nas filmagens, mas a verdade \u00e9 que as raz\u00f5es para a omniaus\u00eancia do orgasmo feminino em uma \u00e9poca (e em uma ind\u00fastria) que foi chamada de <em>orgasmoc\u00eantrica<\/em> responde a uma l\u00f3gica muito mais profunda: uma \u201cbola\u201d, express\u00e3o muito usada por atrizes porn\u00f4 para descrever como se sentiam tratadas nas cenas que filmavam (\u201c<a href=\"https:\/\/www.eldesconcierto.cl\/2019\/01\/04\/el-dolor-se-volvio-insoportable-y-me-desfalleci-testimonios-de-actrices-porno-dan-cuenta-de-la-extrema-violencia-en-la-industria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">como se eu fosse uma bola<\/a>\u201d) n\u00e3o precisa ter preliminares, sexo oral nem nada que n\u00e3o tenha a ver exclusivamente com o prazer do homem e, obviamente, uma \u201cbola\u201d tamb\u00e9m n\u00e3o tem ideia alguma do que significa ter um papel ativo na rela\u00e7\u00e3o sexual, era at\u00e9 onde pod\u00edamos chegar! Porque, no final das contas, e nesse ponto eu n\u00e3o poderia concordar mais com Ran Gavrieli, \u201cse pergunt\u00e1ssemos \u00e0 pornografia \u2014 se isso fosse poss\u00edvel \u2014 o que \u00e9 que caracteriza o sexual, o que torna algo sexual, ela riria na nossa cara: \u2014 \u201cO que define o que \u00e9 sexual? A excita\u00e7\u00e3o do homem\u201d <a href=\"#nota9\"><sup><strong>[9]<\/strong><\/sup><\/a>. E nada mais.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Creio que chegou o momento em que conv\u00e9m fazer um pequeno esclarecimento de natureza pessoal: em princ\u00edpio (e enfatizo, <em>em princ\u00edpio<\/em>) n\u00e3o tenho absolutamente nada contra a pornografia. Creio que, como Barba e Montes afirmam em seu maravilhoso estudo <em>La ceremonia del porno<\/em>, \u201cseria preciso desconfiar de quem fala com simplicidade sobre pornografia (\u2026) est\u00e1 seguro de contempl\u00e1-la com equanimidade e distanciamento\u201d <a href=\"#nota10\"><sup><strong>[10]<\/strong><\/sup><\/a>, mas tamb\u00e9m que uma coisa \u00e9 ser sujeito e, portanto, subjetivo, e outra bem diferente \u00e9 ter preconceitos que distorcem uma an\u00e1lise o mais limpa e clara poss\u00edvel. Pessoalmente, n\u00e3o compartilho praticamente de nenhuma das cr\u00edticas \u00e0 pornografia, nem as de um conservadorismo moral que a rejeita abertamente, nem as do feminismo radical que considera que a pornografia \u00e9 \u201cDachau levado ao quarto e celebrado\u201d <a href=\"#nota11\"><sup><strong>[11]<\/strong><\/sup><\/a>. Agora, uma coisa \u00e9 n\u00e3o ter, <em>em princ\u00edpio<\/em>, nada contra a pornografia, e outra coisa muito diferente \u00e9 o fen\u00f4meno dos <em>pornonativos;<\/em> que, qualquer que seja o ponto de vista, \u00e9 pura e simplesmente uma ABERRA\u00c7\u00c3O. Porque, ainda que seja verdade, como diz Nacho Vidal, conhecido ator porn\u00f4 espanhol, n\u00e3o faz sentido voc\u00ea estar vendo TV com seu filho e dizer a ele: \u201cn\u00e3o olhe, filho!\u201d quando uma mulher aparece de peito de fora na tela, como se fosse algo ruim\u2026 e acontece tamb\u00e9m que, e isso podemos comprovar em apenas tr\u00eas minutos vendo uma dessas p\u00e1ginas, quando falamos de pornografia n\u00e3o estamos falando de ver uma parte espec\u00edfica do corpo de uma mulher ou de ver algu\u00e9m fazendo sexo, mas de uma s\u00e9rie de fantasias adultas masculinas de melhor ou pior gosto, se quisermos ver assim, mas que s\u00e3o predominantemente humilhantes, violentas e cru\u00e9is, e que, <strong>sem uma educa\u00e7\u00e3o sexual pr\u00e9via, vai formatar o disco r\u00edgido do pr\u00e9-adolescente e condicionar decisivamente a forma na qual ele vai viver (e fazer os outros viverem) sua vida sexual no futuro<\/strong>, como j\u00e1 foi mais do que comprovado, desde sua escolha de parceira at\u00e9 as maneiras de trat\u00e1-la, incluindo, sem d\u00favida, as violentas <a href=\"#nota12\"><sup><strong>[12]<\/strong><\/sup><\/a>, quando ainda n\u00e3o tem as <em>enzimas<\/em> intelectuais, f\u00edsicas ou afetivas necess\u00e1rias para poder interpretar nem \u2014 e isso creio ser essencial aqui \u2014 ser capaz de \u201cse defender\u201d, para analisar de forma minimamente cr\u00edtica o que n\u00f3s adultos podemos ver simplesmente, se quisermos interpretar assim, como simples fantasias <a href=\"#nota13\"><sup><strong>[13]<\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-144c33c elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-articulo\" data-id=\"144c33c\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-articulo.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                        <div class=\"image\">\n                                                        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2019\/05\/old-man-1906790_640.png\" class=\"figure-img img-fluid\" alt=\"\">\n                                                        <\/a>\n                            \n                                                    <\/div>\n                    <\/figure>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fb8d7a5 elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"fb8d7a5\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>Ah, a educa\u00e7\u00e3o sexual\u2026 que express\u00e3o t\u00e3o bonita\u2026 e falsa! Pelo menos, se considerarmos que em pleno s\u00e9culo 21 (\u00e0s vezes \u00e9 dif\u00edcil acreditar que j\u00e1 chegamos nele, n\u00e3o?) a chamada \u201ceduca\u00e7\u00e3o sexual\u201d continua parecendo ser uma piada, de mau gosto, com cabe\u00e7a de le\u00e3o, corpo de cabra e rabo de drag\u00e3o, vamos l\u00e1, uma quimera, que \u00e9 aquilo no que se torna uma utopia, quando segue sem ver nem um pequeno raio de luz de qualquer dos pontos cardeais para onde se olhe, nem pol\u00edtico nem institucional. \u00c9 inconceb\u00edvel que, perante tantas propostas de inclus\u00e3o de novos temas no curr\u00edculo escolar, desde culin\u00e1ria at\u00e9 xadrez, n\u00e3o exista nenhum tipo de obriga\u00e7\u00e3o legislativa para incluir algo que tenha a ver com sexualidade, seja em n\u00edvel biol\u00f3gico, psicol\u00f3gico ou social, especialmente quando a educa\u00e7\u00e3o sexual como parte de um curr\u00edculo formal <a href=\"https:\/\/www.sexpol.net\/la-asignatura-prohibida-educacion-sexual\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">j\u00e1 tenha uma hist\u00f3ria de mais de meio s\u00e9culo, estando implementada em 19 pa\u00edses<\/a> do nosso ambiente europeu.<\/p>\n<p>E, no entanto, \u00e9 precisamente a\u00ed, numa educa\u00e7\u00e3o sexual que realmente merece esse nome, onde se encontra a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o poss\u00edvel para esse complexo problema, uma educa\u00e7\u00e3o sexual completa e sem preconceitos ideol\u00f3gicos <a href=\"#nota14\"><sup><strong>[14]<\/strong><\/sup><\/a> que come\u00e7a a ser ensinada em idades mais realistas, ajustadas a esse novo fen\u00f4meno. A censura, al\u00e9m de continuar sendo t\u00e3o in\u00fatil como sempre (e mais ainda no caso das novas tecnologias, para as quais os verdadeiros professores s\u00e3o os mais jovens <a href=\"#nota15\"><sup><strong>[15]<\/strong><\/sup><\/a>), n\u00e3o me parece que vai melhorar a situa\u00e7\u00e3o, inclusive, provavelmente a faria piorar. E a pornografia feminista? Bem, creio que ela pode ser eficaz para educar e modelar o comportamento sexual <a href=\"#nota16\"><sup><strong>[16]<\/strong><\/sup><\/a>, mas, no final das contas, ela n\u00e3o \u00e9, como explica Taormino, nada al\u00e9m de \u201cpornografia org\u00e2nica de com\u00e9rcio justo\u201d, e como tal ela precisa de uma demanda de consumo que torna inevit\u00e1vel uma educa\u00e7\u00e3o sexual pr\u00e9via, uma conscientiza\u00e7\u00e3o suficiente para que, diante de uma cena porn\u00f4 <em>normal<\/em>, o jovem grite: \u201cMas que tipo de aberra\u00e7\u00e3o \u00e9 essa ?\u201d.<\/p>\n<p>Sem uma educa\u00e7\u00e3o sexual e afetiva realista, de \u201camplo espectro\u201d, rica em princ\u00edpios e valores humanos profundos e efetiva, \u201cabsolutamente essencial para a igualdade de g\u00eanero, como a <a href=\"https:\/\/es.unesco.org\/news\/estudio-mundial-concluye-que-educacion-sexual-amplio-espectro-es-esencial-igualdad-genero-y\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">UNESCO<\/a>, enfatizou recentemente, a pornografia continuar\u00e1 sendo a \u00fanica educa\u00e7\u00e3o sexual <em>real<\/em> dos nossos pr\u00e9-adolescentes e adolescentes. E, enquanto isso continuar assim, seguiremos permitindo a fabrica\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de futuras <em>manadas<\/em>; tanto de estupradores como de ju\u00edzes que permitem que aqueles saiam impunes ou apenas com um pequeno cascudo. \u00c9 apenas uma quest\u00e3o de tempo. Tic\u2026<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bed4c11 elementor-widget elementor-widget-bloque-autor\" data-id=\"bed4c11\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-autor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\n<section class=\"bloque bloque-autor  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"datos d-flex align-items-center\" data-aos=\"fade\" data-aos-delay=\"600\" data-aos-duration=\"800\">\n                    <div class=\"imagen\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2019\/05\/juan-m-gonzalez-anleo-autor.jpg\" class=\"img-fluid\" alt=\"Fotograf\u00eda de Juan M. Gonz\u00e1lez-Anleo.\"><\/div>\n                    <div class=\"datos-content\">\n                        <p class=\"subtitulos\">Juan M. Gonz\u00e1lez-Anleo<\/p>\n                                                <p class=\"cargo\">Soci\u00f3logo, psic\u00f3logo social, Especialista em Juventude (OJI)<\/p>\n                                                                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b21eee4 elementor-widget elementor-widget-bloque-nota-pie\" data-id=\"b21eee4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-nota-pie.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- bloque listado -->\n<section class=\"bloque bloque-notas-pie  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                    <div class=\"col-12 col-lg-5 offset-lg-1\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Notas<\/h2>            <\/div>\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                            <ul class=\"list-group list-group-horizontal row\">\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"100\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota1\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[1]<\/span>\n                                <p>Williams, L. Hard Core, citado en Barba, A.; Montes, J. (2007). La ceremonia del porno. Barcelona: Anagrama, p. 81.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"200\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota2\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[2]<\/span>\n                                <p>Han, B-Ch. (2012). La sociedad de la transparencia. Barcelona: Herder, pp. 29 y 45 y ss.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota3\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[3]<\/span>\n                                <p>Schor, J. B. (2004). Born to Buy. New York: Scribner, p. 13.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"400\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota4\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[4]<\/span>\n                                <p>A <em>pederastia,<\/em> caracter\u00edstica da <em>paideia<\/em> (comp\u00eandio de saberes, valores e conhecimentos t\u00e9cnicos que se julgava necess\u00e1rio transmitir aos jovens na Gr\u00e9cia antiga), para dar um exemplo que eu suponho ter vindo \u00e0 mente de mais de um leitor, apesar de ter dado nome a esse tipo de pr\u00e1tica, era terminantemente proibida com crian\u00e7as antes de atingirem a puberdade completa. Os ritos de inicia\u00e7\u00e3o dos Etoro em Papua-Nova Guin\u00e9, em que os jovens eram sujeitos a uma forma de gangbang coletivo, para dar outro exemplo \u201cescandaloso\u201d, n\u00e3o podiam ser realizados antes da entrada na puberdade, a partir dos doze anos, pelo menos.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"500\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota5\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[5]<\/span>\n                                <p>No estudo <em>Relaciones Intergrupales y Ciberbulling en el Alumnado de la E.S.O.<\/em> realizado em 2017, Barbero Alcocer detecta que, no 4\u00ba ano da ESO (Educa\u00e7\u00e3o Secund\u00e1ria Obrigat\u00f3ria), 8% dos alunos realizavam sexting, somados a 10,8% que afirmaram tirar fotos desse tipo e compartilh\u00e1-las na internet.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"600\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota6\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[6]<\/span>\n                                <p>Uma hist\u00f3ria n\u00e3o muito conhecida \u00e9 que a express\u00e3o \u201cn\u00f3 g\u00f3rdio\u201d vem de Gordio, o primeiro povo a ser encontrado na entrada do Imp\u00e9rio Persa. A lenda dizia que quem conseguisse <em>desatar<\/em> o n\u00f3 amarrado a uma velha carro\u00e7a se tornaria o imperador de todo aquele vasto imp\u00e9rio. Quando Alexandre, o Grande, chegou l\u00e1, como de costume, ofereceram a ele que tentasse desfazer o n\u00f3, algo que ningu\u00e9m jamais havia conseguido fazer. Alexandre, com sua petul\u00e2ncia habitual, respondeu que era tarde demais e que o faria no dia seguinte, o que deixou tanto o povo quanto suas tropas em suspense at\u00e9 o amanhecer, quando ele saiu de sua tenda, se aproximou do famoso n\u00f3, desembainhou sua espada e \u201cdesfez\u201d o n\u00f3\u2026 com um \u00fanico golpe! Essa hist\u00f3ria me parece ser uma met\u00e1fora das mais reveladoras sobre o que muitos cientistas v\u00eam fazendo h\u00e1 s\u00e9culos com os \u201cn\u00f3s g\u00f3rdios\u201d de suas disciplinas, especialmente nos <em>estudos sobre pornografia<\/em> (XXX) como disciplina acad\u00eamica j\u00e1 estabelecida h\u00e1 mais de tr\u00eas d\u00e9cadas. Ofere\u00e7o a quem quiser se aprofundar neste t\u00f3pico uma das melhores fontes que encontrei dispon\u00edvel on-line:\u00a0<em>Adolescents and Pornography: A Review of 20 Years of Research<\/em>, de Jochen Peter e Patti M. Valkenburg, dispon\u00edvel em <a style=\"word-break: break-all;\" href=\"https:\/\/www.pattivalkenburg.nl\/images\/2016_Peter__Valkenburg__Pornography.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.pattivalkenburg.nl\/images\/2016_Peter__Valkenburg__Pornography.pdf<\/a><\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"700\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota7\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[7]<\/span>\n                                <p>Horvath, M. Et. al. (2013). \u201cBasically\u2026 porn is everywhere\u201d A Rapid Evidence Assessment on the Effects that Access and Exposure to Pornography has on Children and Young People. Dispon\u00edvel em <a style=\"word-break: break-all;\" href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/236902443_A_Rapid_Evidence_Assessment_on_the_Effects_that_Access_and_Exposure_to_Pornography_has_on_Children_and_Young_People\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/236902443_A_Rapid_Evidence_Assessment_on_the_Effects_that_Access_and_Exposure_to_Pornography_has_on_Children_and_Young_People<\/a>.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"800\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota8\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[8]<\/span>\n                                <p>Taormino, T. (2016). Tomando el mando: porno feminista en la teor\u00eda y en la pr\u00e1ctica. En VV.AA. Porno feminista. Las pol\u00edticas de producir placer, pp. 393-409. Editorial Medusina p. 397.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"900\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota9\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[9]<\/span>\n                                <p>Gavrieli, R. (2017). \u00bfPor qu\u00e9 dej\u00e9 de ver porno? Barcelona: Editorial mapas colectivos, p. 19.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"1000\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota10\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[10]<\/span>\n                                Barba, A.; Montes, J. (2007). La ceremonia del porno. Barcelona: Anagrama, p. 14.                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"1100\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota11\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[11]<\/span>\n                                <p>Dworkin, Andrea (2006). Intercourse. Nueva York: Basic Books. Dispon\u00edvel em: <a style=\"word-break: break-all;\" href=\"https:\/\/books.google.hn\/books?id=0qn464hpv1cC\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/books.google.hn\/books?id=0qn464hpv1cC<\/a><\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"1200\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota12\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[12]<\/span>\n                                Compreendo que o leitor n\u00e3o vai ler dezenas de artigos sobre o assunto, por isso proponho uma an\u00e1lise muito recente dos mais importantes e s\u00e9rios em: <a href=\"https:\/\/aifs.gov.au\/research\/research-reports\/effects-pornography-children-and-young-people\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/aifs.gov.au\/research\/research-reports\/effects-pornography-children-and-young-people<\/a>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"1300\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota13\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[13]<\/span>\n                                Fantas\u00edas de dominio o fantas\u00edas de representaci\u00f3n, en eso se dejar\u00eda sintetizar la pornograf\u00eda\u2026 pero, \u201cde cualquier modo, son fantas\u00edas\u201d Echavarren, R. (2013). Las fronteras del porno. Ensayo sobre la invenci\u00f3n literaria de la pornograf\u00eda y sus avatares tecnol\u00f3gicos. La flauta m\u00e1gica, p. 8.                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"1400\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota14\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[14]<\/span>\n                                S\u00e3o chamativos os dados do <a href=\"https:\/\/bmjopen.bmj.com\/content\/6\/9\/e011329\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">macroestudo realizado pelo BMJ Open<\/a> em dez pa\u00edses, dos EUA ao Jap\u00e3o, no qual os pr\u00f3prios alunos classificaram a disciplina como muito negativa, longe da realidade, com fort\u00edssimo vi\u00e9s heterossexual e ensinada por professores pouco capacitados, que se sentiam envergonhados.                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"1500\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota15\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[15]<\/span>\n                                <p>Na mesma semana em que conclu\u00ed este artigo, <a href=\"https:\/\/www.eldiario.es\/tecnologia\/sistema-britanico-verificara-internet-minutos_1_1580986.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">um sistema de verifica\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1rio foi lan\u00e7ado na Inglaterra<\/a> para verificar se o usu\u00e1rio tem mais de 18 anos e, nesse caso, conceder-lhe acesso a conte\u00fados pornogr\u00e1ficos. O sistema foi burlado <strong>em menos de dois minutos!<\/strong><\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"1600\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota16\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[16]<\/span>\n                                Hartley, N (2016). Porno: un medio efectivo para educar y modelar la conducta sexual. En VV.AA. Porno feminista. Las pol\u00edticas de producir placer, pp. 349-393. Editorial Medusina p. 397.                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                    <\/ul>\n                        <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-564cf71f elementor-widget elementor-widget-bloque-blog\" data-id=\"564cf71f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-blog.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Bloque Blog -->\n<div class=\"container\">\n    <div class=\"row titulo-con-enlace\">\n        <div class=\"col-12\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Voc\u00ea pode gostar...<\/h2>                        <a href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/\" data-aos=\"fade-right\" data-aos-duration=\"700\" class=\"enlace btn-arrow\" title=\"Ver mais\"><span>Ver mais<\/span><\/a>\n                    <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n\n        <section class=\"bloque bloque-blog-listado  diseno-descifrando\">\n            <div class=\"container\">\n                <div class=\"row justify-content-center\">\n                    <div class=\"col-12 col-lg-10\">\n                        <ul class=\"listado row g-4 g-lg-5 ultimas\">                                       \n                            <li class=\"col-12 col-sm-6 d-flex align-items-stretch\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"200\" data-aos-duration=\"700\">\n        <a class=\"noticia \" href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/integracao-social-pt-br\/ande-sempre-com-uma-lupa\/\">\n    <div class=\"datos\">\n        <div class=\"categoria\">Integra\u00e7\u00e3o social<\/div>\n        <div class=\"fecha\">29 abril 2022<\/div>\n        <h3 class=\"subtitulos\">Ande sempre com uma lupa<\/h3>\n    <\/div>\n    <div class=\"image\">\n        <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" 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