{"id":3762,"date":"2019-01-10T08:33:00","date_gmt":"2019-01-10T06:33:00","guid":{"rendered":"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/noticias\/adicciones-digitales-i-internet-y-apuestas-online\/"},"modified":"2024-02-21T10:33:23","modified_gmt":"2024-02-21T08:33:23","slug":"vicios-digitais-parte-i-a-internet-e-as-apostas-on-line","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/vicios-digitais-parte-i-a-internet-e-as-apostas-on-line\/","title":{"rendered":"V\u00edcios digitais (parte I): A internet e as apostas on-line"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"3762\" class=\"elementor elementor-3762 elementor-3269\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-3a6c8a3c elementor-section-full_width elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"3a6c8a3c\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-5cc3bb5e\" data-id=\"5cc3bb5e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3f4aa1ce elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"3f4aa1ce\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>Os especialistas em juventude n\u00e3o param de comprovar o que nossos olhos veem: com pouqu\u00edssimas exce\u00e7\u00f5es, os dados mostram que o consumo de subst\u00e2ncias viciantes pelos jovens nos pa\u00edses desenvolvidos continua caindo, incluindo aquela que tem a maior aceita\u00e7\u00e3o cultural e a maior penetra\u00e7\u00e3o no mundo jovem, o <a href=\"https:\/\/www.who.int\/westernpacific\/health-topics\/alcohol#tab=tab_1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00e1lcool<\/a>.<\/p>\n<p>H\u00e1 muito que comemorar, ningu\u00e9m duvida disso. Esses n\u00fameros s\u00e3o, em grande parte, resultado de esfor\u00e7os realizados por numerosos coletivos e institui\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais, que visam o estudo, a preven\u00e7\u00e3o e o tratamento [da depend\u00eancia] dessas subst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Mas nenhuma comemora\u00e7\u00e3o deve nos fazer baixar a guarda ou esquecer a perspectiva hist\u00f3rica, de forma que, agora, a quest\u00e3o fundamental volta a ser: estamos testemunhando o fim do tradicional bin\u00f4mio juventude-drogas ou trata-se simplesmente de uma mudan\u00e7a de ciclo?<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f292bd4 elementor-widget elementor-widget-bloque-cita\" data-id=\"f292bd4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-cita.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Cita   -->\n<section class=\"bloque bloque-quotes \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-1\">\n                <figure data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <blockquote class=\"blockquote \">\n                                                <q class=\"titulos\">Ora, bobagem, bobagem! Quem teme o lobo n\u00e3o vai \u00e0 floresta. O qu\u00ea? Perdeu? Coloca mais!<\/q>\n                    <\/blockquote>\n                                        <figcaption class=\"blockquote-footer \" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\">\n                        Fi\u00f3dor Dostoyevski, em \"O Jogador\" (1866).\n                    <\/figcaption>\n                                    <\/figure>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4d25bcf elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"4d25bcf\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>No final dos anos 80 e in\u00edcio dos anos 90, a pandemia de hero\u00edna, que tirou a vida de tantos jovens e condenou outros v\u00e1rios milh\u00f5es de pessoas a uma exist\u00eancia zumbificada e sem futuro <a href=\"#nota1\"><sup><strong>[1]<\/strong><\/sup><\/a>, apresentava um perfil de evolu\u00e7\u00e3o muito semelhante ao que as demais subst\u00e2ncias viciantes apresentam hoje. A comemora\u00e7\u00e3o ent\u00e3o cegou muita gente: a hero\u00edna era \u201cA\u201d droga, e tanto os especialistas quanto os consumidores se viram tentados a concluir que os v\u00edcios j\u00e1 eram coisa do passado. A coca\u00edna e as drogas sint\u00e9ticas, como o Ecstasy, s\u00e3o drogas menores, menos problem\u00e1ticas\u2026 simplesmente <em>menos<\/em>.<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 nada estranho no fato de n\u00f3s adultos estarmos t\u00e3o perdidos com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 juventude: sempre vamos procur\u00e1-la nas mesmas caixas onde um dia deixamos, bem passadas e dobradas, a nossa, um costume que pode ser in\u00f3cuo em muitos contextos, mas que, no caso espec\u00edfico dos v\u00edcios, \u00e9 um erro grave. Na \u00faltima d\u00e9cada, em resposta (e n\u00e3o por coincid\u00eancia) ao decl\u00ednio de todos os indicadores das subst\u00e2ncias viciantes tradicionais, voltou a ocorrer uma mudan\u00e7a nas pr\u00e1ticas e costumes juvenis que, mais uma vez, deixa os adultos em xeque: os v\u00edcios j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o mais em subst\u00e2ncias, mas, fundamentalmente, em tecnologias: macrotelas, microtelas, televis\u00f5es interativas, computadores, tablets, smartphones, redes sociais, chats, Whatsapp, videogames\u2026<\/p>\n<p><em>Exagero? Ainda existem alguns especialistas acad\u00eamicos em depend\u00eancia de drogas que o veriam assim. H\u00e1 apenas alguns anos, os autores de Psicolog\u00eda de las nuevas tecnolog\u00edas<\/em> <a href=\"#nota2\"><sup><strong>[2]<\/strong><\/sup><\/a>, onsideravam que estas n\u00e3o poderiam ser viciantes pela simples raz\u00e3o de n\u00e3o serem \u201csubst\u00e2ncias qu\u00edmicas que entram no corpo e lhe causam danos\u201d, raz\u00e3o pela qual o DSM <a href=\"#nota3\"><sup><strong>[3]<\/strong><\/sup><\/a>, a b\u00edblia do v\u00edcio em drogas, n\u00e3o as reconhecia como tal. Os autores, portanto, consideravam mais prudente usar express\u00f5es como \u201cmania de realizar um passatempo altamente gratificante\u201d (eles surpreendentemente usaram o exemplo de Dom Quixote e seu \u201cpassatempo altamente gratificante\u201d de leitura de livros) ou, no m\u00e1ximo, um \u201ctranstorno de abuso\u201d. A prud\u00eancia \u00e9, sem d\u00favida, uma das maiores virtudes da ci\u00eancia; uma virtude que, sem d\u00favida, nos protege dos excessos, da pressa e do alarmismo histri\u00f4nico t\u00e3o caracter\u00edstico de nossas sociedades. Mas, quando ela passa a ser uma obsess\u00e3o, torna-se uma mula velha e teimosa, e n\u00e3o h\u00e1 for\u00e7a humana capaz de faz\u00ea-la dar um passo sequer \u00e0 frente. E, \u00e0s vezes, n\u00f3s simplesmente TEMOS que dar um passo \u00e0 frente.<\/p>\n<p>Apenas um ano ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do referido livro, esse passo foi dado na quinta vers\u00e3o do DSM, que passou a incluir as \u201c<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.20453\/rnp.v76i4.1169\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">depend\u00eancias n\u00e3o relacionadas a subst\u00e2ncias<\/a>\u201d. Al\u00e9m disso, nos \u00faltimos anos <a href=\"http:\/\/www.neuroregulation.org\/article\/view\/18189\/11842\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">descobriu-se<\/a> que o v\u00edcio digital, seja em rela\u00e7\u00e3o a um telefone celular, tablet ou outro dispositivo eletr\u00f4nico, cria as mesmas conex\u00f5es cerebrais que os opi\u00e1ceos, causando tamb\u00e9m solid\u00e3o, isolamento e depress\u00e3o, e dando origem a uma nova onda de dist\u00farbios comportamentais cada vez mais difundidos especialmente entre os mais jovens <a href=\"#nota4\"><sup><strong>[4]<\/strong><\/sup><\/a>: a <em>nomofobia<\/em> (medo irracional de ficar sem um celular), o <em>phubbing<\/em> (a incapacidade de prestar aten\u00e7\u00e3o em quem nos rodeia), a <em>s\u00edndrome da vibra\u00e7\u00e3o fantasma<\/em> (sentir constantemente a vibra\u00e7\u00e3o do celular) e o <em>vamping<\/em> (incapacidade de parar de olhar os dispositivos durante a noite). Creio que um certo volume de dados pode ser muito \u00fatil na hora de avaliar esse problema:<\/p>\n<ul>\n<li>Na Espanha, uma em cada quatro crian\u00e7as de apenas 6 a 9 anos tem uma TV ou DVD pessoal, segundo o <a href=\"https:\/\/www.aesan.gob.es\/AECOSAN\/docs\/documentos\/nutricion\/observatorio\/Estudio_ALADINO_2015.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00faltimo Estudo Aladino da AECOSAN<\/a>. Al\u00e9m disso, 14% possuem um console de videogame, e 9% possuem um PC. De acordo com o INE, aos 10 anos, quase uma em cada tr\u00eas crian\u00e7as tem um smartphone (30%), n\u00famero que cresce para 42% aos 11 anos, e 69% aos 12.<\/li>\n<li>De acordo com o relat\u00f3rio <a href=\"https:\/\/www.observatoriodelainfancia.es\/ficherosoia\/documentos\/5597_d_mapfre_riesgos_tic200918.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">J\u00f3venes en el mundo virtual<\/a>, 65% dos jovens entre 14 e 24 anos admitem ver o celular \u201cconstantemente\u201d, e 22%, \u201cmuitas vezes ao dia\u201d; enquanto 21% admitem que o tempo passado na Internet \u00e9 \u201cclaramente excessivo\u201d, e 50%, \u201calgo excessivo\u201d.<\/li>\n<li>De acordo com um <a href=\"http:\/\/www.tecnoeduca.net\/sites\/default\/files\/archivos\/estudio_telefonia_protegeles.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estudo publicado pelo <em>Centro de Seguridad para los Menores en Internet<\/em><\/a> realizado em colabora\u00e7\u00e3o com v\u00e1rios pa\u00edses europeus, as crian\u00e7as e os adolescentes espanh\u00f3is, entre 4 e 16 anos, s\u00e3o os que correm o maior risco, na UE, de ficarem viciados na internet, estimando-se que 21% j\u00e1 podem ser considerados \u201cem [situa\u00e7\u00e3o de] risco\u201d, n\u00famero que \u00e9 o dobro da m\u00e9dia europeia.<\/li>\n<li>Esses dados s\u00e3o complementados por outros dados extra\u00eddos de um relat\u00f3rio da OCDE <a href=\"https:\/\/www.oecd.org\/pisa\/PISA2015-Students-Well-being-Country-note-Spain-Spanish.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>El bienestar de los estudiantes, resultados de PISA 2015<\/em><\/a>, que posiciona os estudantes espanh\u00f3is bem acima da m\u00e9dia dos pa\u00edses da OCDE, atribuindo a eles a categoria de \u201cusu\u00e1rios extremos\u201d. Entre eles, 69% declaram \u201csentir-se realmente mal\u201d quando est\u00e3o sem conex\u00e3o com a internet.<\/li>\n<\/ul>\n<p>No entanto, as TICs n\u00e3o s\u00e3o apenas viciantes, como acabamos de ver, mas tamb\u00e9m funcionam como plataformas para v\u00edcios novos e antigos, pois resgatam, atualizam e aproximam as gera\u00e7\u00f5es mais jovens de v\u00edcios que antes estavam distantes, tanto no tempo quanto no espa\u00e7o. O primeiro deles que vou analisar nesta s\u00e9rie \u00e9 um dos que atualmente causam mais alarme social, especialmente entre os pais: o v\u00edcio do jogo.<\/p>\n<p>Diferentemente do potencial viciante das TICs, o reconhecimento oficial da compuls\u00e3o patol\u00f3gica pelo jogo como dist\u00farbio ocorreu em 1980, quando ele foi inclu\u00eddo em uma das categorias do DSM, na se\u00e7\u00e3o sobre dist\u00farbios relacionados a subst\u00e2ncias e transtornos viciantes. No entanto, para entender esse transtorno em profundidade, \u00e9 necess\u00e1rio fazer v\u00e1rias observa\u00e7\u00f5es de natureza mais sociol\u00f3gica do que psicol\u00f3gica. A primeira delas \u00e9 que trata-se de um v\u00edcio que n\u00e3o altera de forma vis\u00edvel o comportamento di\u00e1rio dos jogadores fora da sala de jogo (tremor nas m\u00e3os, excesso de excita\u00e7\u00e3o, apertar os dentes ou a mand\u00edbula, etc.) nem deixa consequ\u00eancias f\u00edsicas observ\u00e1veis (rosto emagrecido, dentes cariados, pele rachada), o que faz dele um transtorno que, em muitos casos, passa completamente despercebido no ambiente mais pr\u00f3ximo e, al\u00e9m disso, \u00e9 visto por muitos como um v\u00edcio de pequena signific\u00e2ncia, aumentando o risco de normaliza\u00e7\u00e3o e ades\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, desde a \u00faltima lei do jogo em 2012, a prolifera\u00e7\u00e3o, sem precedentes na hist\u00f3ria da Espanha, das casas de apostas elevou o fen\u00f4meno do v\u00edcio do jogo bem acima do cen\u00e1rio necess\u00e1rio para ser considerado uma epidemia social real, de acordo com as <em><a href=\"https:\/\/amalajer.org\/index.php\/265-icuantos-somos-ludopatas-en-espana-400000-personas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Federaciones de Jugadores de Azar Rehabilitados<\/a><\/em>, contabilizando 400 mil pessoas afetadas hoje. Esse fato est\u00e1 revertendo ou pelo menos retardando a cria\u00e7\u00e3o de novas casas de apostas? Muito pelo contr\u00e1rio. Em um \u00fanico ano, entre 2016 e 2017, o \u00faltimo per\u00edodo para o qual existem dados dispon\u00edveis, <a href=\"https:\/\/www.eldiario.es\/sociedad\/ludopata-maquinas-tragaperras-salones-internet_0_829068055.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">o setor cresceu 11%, com 48 novos locais na Comunidade Valenciana e 57 em Madri<\/a>.<\/p>\n<p>ronicamente, nada \u00e9 deixado ao acaso na cria\u00e7\u00e3o desses novos centros de jogos; os objetivos s\u00e3o perfeitamente direcionados de acordo com os <a href=\"https:\/\/psiquiatria.com\/trastorno_control_impulsos\/epidemiologia-de-la-ludopatia-juego-patologico\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">maiores fatores de risco detectados<\/a><strong>.<\/strong> Em outras palavras, ao contr\u00e1rio de seus clientes, as casas de apostas apostam no que \u00e9 seguro, e o fazem usando seus truques mais baixos e vantajosos: a mis\u00e9ria, o desespero e a juventude.<\/p>\n<p>A precariedade socioecon\u00f4mica, em primeiro lugar, \u00e9 considerada um dos principais fatores de risco por psic\u00f3logos e assistentes sociais desde o in\u00edcio dos estudos sobre o v\u00edcio em jogos, dado o componente l\u00f3gico da cren\u00e7a em um \u201cganho r\u00e1pido\u201d, que permitir\u00e1 ao jogador abandonar a mis\u00e9ria, o que, obviamente, acaba se tornando um c\u00edrculo vicioso que aprisiona no v\u00edcio. A aposta nesse tipo de <em>alvo<\/em> foi descoberta anos atr\u00e1s, em um estudo da ONG brit\u00e2nica Fairy Gambling, que identificou uma maior presen\u00e7a de casas de apostas em bairros populares, com maior taxa de desemprego e maior popula\u00e7\u00e3o imigrante, algo que estudos mais recentes tamb\u00e9m detectaram na Espanha, como o realizado pela <a href=\"https:\/\/aavvmadrid.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>Federaci\u00f3n Regional de Vecinos de Madrid<\/em><\/a>, com \u00e1reas como Carabanchel (73 locais), Centro (72), Puente de Vallecas (63), Tetuan ( 61) e Linear City (50) no topo da lista, tanto pelo n\u00famero de locais como pela densidade (locais por habitante).<\/p>\n<p>No que diz respeito aos mais jovens, o mercado estava bastante descuidado alguns anos atr\u00e1s, com os jovens n\u00e3o muito interessados em m\u00e1quinas ca\u00e7a-n\u00edqueis, bingo ou roleta, que s\u00e3o mais pr\u00f3prios para as <em>pessoas idosas<\/em>. A estrat\u00e9gia precisava seguir outro caminho, e que op\u00e7\u00e3o poderia ser melhor do que as apostas esportivas? O convite foi milimetricamente calculado para criar uma atmosfera perfeita de normalidade, que, repito, \u00e9 a melhor porta para um v\u00edcio: para come\u00e7ar, os antigos traficantes costumavam ser pessoas muito desagrad\u00e1veis, com as quais era dif\u00edcil fazer qualquer tipo de piada, mas\u2026 e se o traficante fosse nada mais nada menos que o Cristiano Ronaldo? Ou o Neymar? Ou o Piqu\u00e9? Ou o Rafael Nadal? Pessoas legais, saud\u00e1veis, atletas, ricos, absurdamente ricos, bem-sucedidos e bonitos! Traficantes de luxo que convidam os jovens a entrar\u2026 e a apostar\u2026 e a faz\u00ea-lo por algo que conhecem muito bem, um terreno em que adoram demonstrar seus conhecimentos e no qual acreditam ser especialistas: o esporte (nada mais nada menos que <a href=\"https:\/\/www.elconfidencial.com\/espana\/2018-09-11\/ludopatas-registro-madrid-dispara-crecimiento_1612834\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">19 dos 20 clubes do campeonato <em>LaLiga Santander<\/em> t\u00eam acordos com casas de apostas<\/a><strong>).\u00a0<\/strong>A partir da\u00ed, o ritual \u00e9 muito similar ao que sempre foi: uma reuni\u00e3o com amigos para fazer <em>o de sempre<\/em>: assistir a uma partida juntos, beber algumas cervejas, discutir qual time ou qual jogador \u00e9 o melhor, quantas copas conquistadas, quantas bolas de ouro e\u2026 algo novo que faz a reuni\u00e3o ficar ainda mais emocionante: apostar.\u00a0\u00c9 <em>absurdamente<\/em> simples.<\/p>\n<p>Ser um novo nicho de mercado \u00e9 o \u00fanico atrativo da casa de aposta para os mais jovens? N\u00e3o, h\u00e1 outro fator t\u00e3o ou mais atraente do que isso: a enorme rapidez com que os jovens caem no v\u00edcio, em compara\u00e7\u00e3o com outros grupos et\u00e1rios. \u201cNessa idade, o c\u00e9rebro ainda n\u00e3o terminou de amadurecer e eles s\u00e3o muito mais impulsivos\u201d, explica um dos assistentes sociais da associa\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.eldiario.es\/sociedad\/ludopata-maquinas-tragaperras-salones-internet_1_1165768.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>Vida Nueva<\/em><\/a>: \u201cQuando a associa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou, h\u00e1 duas d\u00e9cadas, quem costumava buscar tratamento eram pessoas que haviam passado sete anos no v\u00edcio. Esse n\u00famero caiu para dois anos\u201d. Quanto mais jovem, portanto, melhor\u2026 Adolescentes? Ou melhor, pr\u00e9-adolescentes? Melhor ainda! Infelizmente para as casas de apostas, a lei n\u00e3o permite a entrada de menores. Mesmo assim, as crian\u00e7as entram usando todos os tipos de truques. \u00c9 aqui que as apostas <em>on-line<\/em> entram em jogo. Apesar de muitas casas de apostas aparentemente n\u00e3o exigirem identifica\u00e7\u00e3o, entrar via celular ou tablet fica <em>ainda<\/em> mais f\u00e1cil: Voc\u00ea tem mais de dezoito anos? Aham\u2026<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, enquanto <a href=\"https:\/\/elpais.com\/ccaa\/2018\/10\/11\/madrid\/1539274833_297095.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">uma em cada quatro escolas secund\u00e1rias se encontra pr\u00f3xima a uma casa de apostas<\/a>\u00a0o jogo <em>on-line<\/em> as cerca ainda mais, uma vez que isso significa que \u201ctodos levamos uma casa de apostas no bolso\u201d, afirma <a href=\"https:\/\/goo.gl\/Y2yCcu\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Antonio Regalado<\/a><strong>,\u00a0<\/strong>ex-viciado em jogos da Funda\u00e7\u00e3o AEXJER, \u201cFiquei anos sem entrar em bares com medo dos ca\u00e7a-n\u00edqueis. Agora, vejo as m\u00e1quinas e fico calmo. Mas, como fugir do seu celular?\u201d, ele acrescenta.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9e911df elementor-widget elementor-widget-bloque-imagen-articulo\" data-id=\"9e911df\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-imagen-articulo.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                    <figure class=\"figure imagen2 imagen-centrada\">\n                        <div class=\"image\">\n                                                        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2019\/01\/29861193197_30d52734d2_z.jpg\" class=\"figure-img img-fluid\" alt=\"\">\n                                                        <\/a>\n                            \n                                                    <\/div>\n                    <\/figure>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-128810c elementor-widget elementor-widget-bloque-texto\" data-id=\"128810c\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-texto.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Texto -->\n<section class=\"bloque bloque-texto  \">\n    <div class=\"container\">\n                <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"the_content\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-duration=\"700\">\n                                        <p>Al\u00e9m disso, no jogo on-line, a teia de apostas esportivas se torna ainda mais densa e <em>pegajosa<\/em> para os menores, com a introdu\u00e7\u00e3o dos videogames na equa\u00e7\u00e3o: em sua \u00faltima edi\u00e7\u00e3o de 2018, o FIFA, um dos videogames mais vendidos nos \u00faltimos anos, adicionou uma modalidade chamada de <em>FIFA Ultimate Team<\/em> (FUT)<em>,<\/em> na qual voc\u00ea come\u00e7a a jogar com uma equipe modesta e vai passando de n\u00edvel contratando estrelas do futebol com <em>moedas<\/em> (moedas virtuais do jogo) ou <em>pontos<\/em> do FIFA, que eles obt\u00eam\u2026 sim, voc\u00ea acertou: com dinheiro de verdade! \u00c9 a\u00ed que acontece a primeira aproxima\u00e7\u00e3o de muitos pr\u00e9-adolescentes e adolescentes com o mundo das apostas. Existem sites, como o utcoinbets.com, o futgalaxy.com e o futgoles.com, que permitem que voc\u00ea compre moedas do FIFA mais baratas do que as oferecidas dentro do pr\u00f3prio videogame, e esses mesmos <a href=\"https:\/\/www.eldiario.es\/murcia\/sociedad\/videoconsola-apuestas-ludopata-culpa-FIFA_0_777273250.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sites permitem que voc\u00ea aposte essas moedas em roletas, p\u00f4quer e partidas de futebol<\/a>.<\/p>\n<p>Tanto a facilidade de entrada quanto a proximidade ou a estreita rela\u00e7\u00e3o com o esporte e os videogames j\u00e1 s\u00e3o fatores suficientemente importantes para que se proponha algum tipo de lei a esse respeito. No entanto, na minha opini\u00e3o, o maior perigo n\u00e3o est\u00e1 em nenhum desses fatores. N\u00e3o \u00e9 preciso ser um especialista em depend\u00eancia de drogas para saber que o primeiro marco importante na vida de qualquer viciado \u00e9 o momento em que ele deixa de consumir somente em festas e com os amigos e passa a faz\u00ea-lo sozinho. Nesse sentido, o jogo on-line n\u00e3o apenas oferece acesso f\u00e1cil e pr\u00f3ximo a adolescentes e pr\u00e9-adolescentes, como tamb\u00e9m permite que eles joguem sozinhos, secretamente, o que \u00e9 mais um passo na j\u00e1 conhecida espiral da depend\u00eancia.<\/p>\n<p>Chegou a hora de perguntar: De quantos jovens estamos falando? O que voc\u00ea quer que eu lhe diga? Achei gra\u00e7a quando cheguei \u00e0 se\u00e7\u00e3o de \u201cAn\u00e1lise do perfil do usu\u00e1rio\u201d do <em><a href=\"https:\/\/www.azarplus.com\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Anuario-Juego-Espan%CC%83a-2018-online.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Anuario del Juego en Espa\u00f1a 2018<\/a><\/em> (financiado pelas casas de apostas, \u00e9 claro) \u2014 que tem nada mais nada menos que 378\u00a0p\u00e1ginas e uma an\u00e1lise completa e detalhada de todos os tipos de fatores \u2014 e deparei-me <em>precisamente<\/em> com este par\u00e1grafo: \u201cN\u00e3o parece \u00fatil repetir os mesmos dados do <em>Anu\u00e1rio de 2015\/16<\/em>, portanto, faremos refer\u00eancia a ele para dispor dos dados sobre sexo e idade\u201d (p\u00e1gina 266). N\u00e3o parece estranho? Eles atualizam todos os dados, mas consideram in\u00fatil fazer o mesmo com o sexo e a idade? Os dados de 2015\/2016 podem ser consultados na internet, mas acho que \u00e9 mais interessante, dada a faixa et\u00e1ria, consultar os dados fornecidos pela Fundaci\u00f3n Maphre no estudo <a href=\"https:\/\/www.observatoriodelainfancia.es\/ficherosoia\/documentos\/5597_d_mapfre_riesgos_tic200918.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>J\u00f3venes en el mundo virtual\u00a0<\/em><\/a>para o ano de 2018. Esse estudo aponta que 14,8% dos jovens, entre 14 e 24 anos, admitem fazer apostas on-line \u201c\u00e0s vezes\u201d, e 8%, \u201cfrequentemente\u201d. Muito? Pouco? Basta fazer uma simples regra de tr\u00eas: na Espanha h\u00e1 cerca de 7,3 milh\u00f5es de crian\u00e7as e jovens entre 14 e 24 anos de idade. Se deixarmos as respostas \u201c\u00e0s vezes\u201d de lado e focarmos <em>apenas<\/em> em quem respondeu \u201cfrequentemente\u201d: isso nos d\u00e1 quase 600 mil jovens!<\/p>\n<p>Todos eles acabar\u00e3o viciados em jogo? Claro que n\u00e3o. A metade, talvez? Um quarto? <em>Apenas<\/em> uma sexta parte, 100 mil? Honestamente, n\u00e3o creio que a quest\u00e3o mais importante neste momento seja a porcentagem que um dia, em breve, acabaremos lendo na m\u00eddia. \u00a0Creio que a quest\u00e3o essencial <em>agora<\/em> deveria ser saber se vamos realmente ficar de bra\u00e7os cruzados at\u00e9 esse dia chegar.<\/p>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-33f3508e elementor-widget elementor-widget-bloque-autor\" data-id=\"33f3508e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-autor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\n<section class=\"bloque bloque-autor  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n            <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                <div class=\"datos d-flex align-items-center\" data-aos=\"fade\" data-aos-delay=\"600\" data-aos-duration=\"800\">\n                    <div class=\"imagen\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2019\/05\/juan-m-gonzalez-anleo-autor.jpg\" class=\"img-fluid\" alt=\"Fotograf\u00eda de Juan M. Gonz\u00e1lez-Anleo.\"><\/div>\n                    <div class=\"datos-content\">\n                        <p class=\"subtitulos\">Juan M. Gonz\u00e1lez-Anleo<\/p>\n                                                <p class=\"cargo\">Soci\u00f3logo, psic\u00f3logo social, Especialista em Juventude (OJI)<\/p>\n                                                                    <\/div>\n                <\/div>\n            <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d41c4d1 elementor-widget elementor-widget-bloque-nota-pie\" data-id=\"d41c4d1\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-nota-pie.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- bloque listado -->\n<section class=\"bloque bloque-notas-pie  \">\n    <div class=\"container\">\n        <div class=\"row\">\n                    <div class=\"col-12 col-lg-5 offset-lg-1\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Notas<\/h2>            <\/div>\n                        <div class=\"col-12 col-lg-8 offset-lg-3\">\n                            <ul class=\"list-group list-group-horizontal row\">\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"100\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota1\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[1]<\/span>\n                                <p>Recomendo ao leitor, especialmente aos mais jovens, aqueles nascidos em anos posteriores, para quem tudo isto pare\u00e7a grego, uma das biografias mais cruas e angustiantes sobre a hero\u00edna:\u00a0<em>Christiane F.<\/em>,<em> N\u00f3s, as Crian\u00e7as da Esta\u00e7\u00e3o Zoo<\/em>, o livro que deu visibilidade \u00e0 trag\u00e9dia do v\u00edcio em hero\u00edna primeiro na Alemanha e, mais tarde, quando o filme foi lan\u00e7ado, no resto do mundo.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"200\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota2\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[2]<\/span>\n                                <p>Matute, H.; Vadillo, M. A. (2012). Psicolog\u00eda de las nuevas tecnolog\u00edas. De la adicci\u00f3n a Internet a la convivencia con robots. Madrid: S\u00edntesis.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"300\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota3\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[3]<\/span>\n                                <p>Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, da Associa\u00e7\u00e3o Psiqui\u00e1trica Americana, a t\u00e3o conhecida quanto odiada APA.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                            <li class=\"list-group-item col-12 nota\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"400\" data-aos-duration=\"700\" id=\"nota4\">\n                            <div class=\"the_content \">\n                                <span class=\"ancla\">[4]<\/span>\n                                <p>Riscal, A.; G\u00f3mez Salgado, P. (2018). Adolescentes y uso problem\u00e1tico de Internet. Claves para entender y prevenir. En Jim\u00e9nez, E. Garmendia, M.; Casado, M.A. Entre selfies y whatsapps. Oportunidades y riesgos para la infancia y la adolescencia conectada. Barcelona: Gedisa, p. 157-172.<\/p>                            <\/div>\n                        <\/li>\n                                    <\/ul>\n                        <\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/section>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d4b165a elementor-widget elementor-widget-bloque-blog\" data-id=\"7d4b165a\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"bloque-blog.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<!-- Bloque Blog -->\n<div class=\"container\">\n    <div class=\"row titulo-con-enlace\">\n        <div class=\"col-12\">\n            <h2 class=\"titulos\" data-aos=\"fade-left\" data-aos-duration=\"700\">Voc\u00ea pode gostar...<\/h2>                        <a href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/\" data-aos=\"fade-right\" data-aos-duration=\"700\" class=\"enlace btn-arrow\" title=\"Ver mais\"><span>Ver mais<\/span><\/a>\n                    <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n\n        <section class=\"bloque bloque-blog-listado  diseno-descifrando\">\n            <div class=\"container\">\n                <div class=\"row justify-content-center\">\n                    <div class=\"col-12 col-lg-10\">\n                        <ul class=\"listado row g-4 g-lg-5 ultimas\">                                       \n                            <li class=\"col-12 col-sm-6 d-flex align-items-stretch\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"200\" data-aos-duration=\"700\">\n        <a class=\"noticia \" href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/integracao-social-pt-br\/ande-sempre-com-uma-lupa\/\">\n    <div class=\"datos\">\n        <div class=\"categoria\">Integra\u00e7\u00e3o social<\/div>\n        <div class=\"fecha\">29 abril 2022<\/div>\n        <h3 class=\"subtitulos\">Ande sempre com uma lupa<\/h3>\n    <\/div>\n    <div class=\"image\">\n        <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"890\" height=\"560\" src=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/11\/pexels-andrea-piacquadio-3771107-scaled-1-890x560.jpg\" class=\"img-fluid wp-post-image\" alt=\"Ande sempre com uma lupa\" \/>    <\/div>\n<\/a>    <\/li>\n                            <li class=\"col-12 col-sm-6 d-flex align-items-stretch\" data-aos=\"fade-up\" data-aos-delay=\"500\" data-aos-duration=\"700\">\n        <a class=\"noticia \" href=\"https:\/\/oji.fundacion-sm.org\/pt-br\/decifrando-a-juventude\/espiritualidade-pt-br\/juventudes-religiao-e-politica-o-que-ha-de-novo-no-brasil-do-seculo-xxi\/\">\n    <div class=\"datos\">\n        <div class=\"categoria\">Espiritualidade<\/div>\n        <div class=\"fecha\">30 julho 2020<\/div>\n        <h3 class=\"subtitulos\">Juventudes, religi\u00e3o e pol\u00edtica: o que h\u00e1 de novo no Brasil do s\u00e9culo XXI?<\/h3>\n    <\/div>\n    <div class=\"image\">\n        <img decoding=\"async\" width=\"890\" height=\"560\" 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